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Felizmente Há Luar!Marcações para Escolas Disponíveis
De Janeiro a Abril
No início, a peça mostra-nos o ambiente que precede a revolta que, a triunfar, trará de volta o rei D. João VI a Portugal e promulgará uma monarquia constitucional. Intrigas, denúncias, mas também o povo esperançado a avançar na sua luta. O ritmo é rápido, através do qual são apresentados os vários grupos sociais que estão em jogo e termina com a prisão de Gomes Freire de Andrade. Segue-se o desânimo geral devido à prisão do General. Tal como no tempo de Salazar a polícia actua sobre os civis evitando que a revolta se propague. Matilde, a mulher de Gomes Freire de Andrade, (interpretada no espectáculo por Maria do Céu Guerra) personagem que embora tendo existido realmente, é na peça romantizada e enfatizada pelo autor que lhe confere o papel da corajosa protagonista que tudo arrisca para salvar o “seu herói” com quem partilhou amor, vida e convicções durante muitos anos. O ritmo deste acto é mais lento, mais trágico, mais belo. Tudo caminha para a fatalidade. O herói será sacrificado. No fim só nos resta esperar que o heroísmo do grande patriota dê frutos e exemplo na resistência à tirania. No silêncio o povo avança…
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Texto de Hélder Costa, escrito em 2003, onde o autor de forma mordaz, critica a ascensão dos elementos da nossa sociedade, que utilizando a corrupção, influências duvidosas e total ausência de escrúpulos, alimentam o proxenetismo social, político e religioso.D. Paulinho de Silveira e Montezinho, filho de uma família aristocrática completamente falida, com educação religiosa (até ajudou à missa), obrigado a frequentar lições de “saber estar em sociedade”, “brincou” com as criadas, utilizou o famoso “lápis azul” e cantou a “Grândola”. Mais tarde, recuperou os contactos com marquesas e baronesas, o seu anel de brasão, começou a organizar festas onde até havia meninas de espírito livre, ajudou a fundar um partido e veio a tornar-se um pensador.Com este espectáculo, o VicenTeatro pretende, trazer para a ribalta temas tão actuais como a honestidade, coerência e respeito pelo próximo. Ajudando a desmascarar alguns dos podres da nossa sociedade.A ausência de cenário, será uma realidade. A valorização da palavra e do actor, um facto. A experimentação, pesquisa, a evidência e valorização do pormenor, uma aventura.
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O confronto de ideias através de personagens marcantes da História da Humanidade.O percurso irregular do Conhecimento e da Cultura, na Politica, na Arte, na Economia, nas Religiões e na Ciência. Uma demonstração pública que a aprendizagem pode ser lúdica, agradável e de dimensão popular.
Ser culto sem ser elitista e popular sem ser populista.Autor e moderador – Hélder Costa21 Janeiro, 42ª Sessão
Mark Twain – Sérgio Moras
Hipatia – Sónia Barradas
Churchill – João D’ÁvilaHorário:
2ª feira às 21h30, quinzenais
no Bar A BARRACA
Bilhetes: 5 €
Reservas :
213965360 – 213965275
Horário:
21h30
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9, 16, 23, 30 jan – Orquestra Libertina de Lisboa10 jan – Poesia às Quintas com Miguel Martins + Sérgio Moras e Marta Soares (leitura) + Sandra Filipe (ilustração)12 jan – Contabandistas convidam Soledad Felloza17 jan – Poesia às Quintas com Miguel Martins + John Frey (leitura) + Alexandre Andrade (trompete)18 jan – MAFAV Trio + Convidados (jazz)
24 jan – Poesia às Quintas com Miguel Martins + Marco Rodrigues (voz)
31 jan – Poesia às Quintas com Miguel Martins + Vasco Gato (leitura)
Todos os domingos :: das 21h30 às 0h30 :: noite de tango
MILONGA DA BARRACA
Todos os domingos :: das 20h às 21h30 :: aulas de tango
Aulas de Tango Milonguero
Para Iniciados e Avançados
Aula de experimentação: 8€
Aulas compradas avulso: 13€
Cartão mensal (4 aulas seguidas): 35€
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