O pato algemado está eufórico – conseguiu a contratação de um craque – o Professor Júlio Marques Mota passou a fazer parte da equipa (talvez tenhamos que dar em troca o Sérgio Madeira… Mas isso é um assunto que ainda está no segredo dos deuses – temos um novo ponta de lança, essa é que é essa. A Economia passará a fazer parte da nossa secção. O inverso, o humor já há muito tempo que faz parte da Economia – diz o pato. Mas vejamos a informção que o Professor nos manda esta semana:
Tributação da prostituição de rua na Alemanha « DeutchlandUnterAlles »
Prostituierten-Steuer in Bonn: Zahlungsverkehr auf dem Straßenstrich
Die letzten Steueroasen am Rhein verschwinden langsam: In Bonn müssen nun Prostituierte auf der Straße vor Geschäftsbeginn ein Ticket lösen. Die Flat-Tax am Rhein soll die leeren Kassen der Stadt füllen.
O putómetro – distribuidor de bilhetes para prostitutas em Bona: seis euros por noite
Não sei para onde vai esta nossa sociedade se a influência de tipos como DSK aumenta, se a Declaração dos Direitos do Homem deixa de ter o artigo em que se declara que o corpo não é uma mercadoria, mas será agora claro que a sede de dinheiro torna tudo possível? Veja no Der Spiegel : Prostituierten-Steuer in Bonn: ZahlungsverkehraufdemStraßenstrich, cujo endereço é o seguinte:
Desaparecem os últimos paraísos fiscais do Reno: em Bona, uma prostituta de rua deve agora pagar um bilhete antes de iniciar a sua actividade. No Reno, o imposto de montante fixo deve encher os cofres da cidade que estão vazios.
Bonn – um terceiro ladrão imiscuiu-se agora na relação íntima entre uma mulher e o seu parceiro ocasional: em Bona, a cidade também quer ganhar dinheironos “serviços prestados” na horizontal . Para exercer a sua profissão de prostituta de rua, cada mulher deve comprar um bilhete antes de iniciar a sua actividade de serviço . Com essa quantia de seis euros, paga à cabeça como carga tributária – uma espécie de imposto uniforme reclamada desde há muito tempo pelos peritos fiscais para todos os sectores de actividade.
Este montante é pago independentemente do número de clientes e deve render às autoridades qualquer coisa como € 300.000 por ano, uma almofada para os cofres da cidade de Bona.
O número de aparelhos de venda disponíveis para as senhores desta “indústria” é um parcómetro reconvertido , « taxe-Ticket Machine » que mostra num écran a seguinte informação: ” noite €6,00. E como para o bilhete de estacionamento, há também uma duração de funcionamento: segunda a domingo, das 6 horas até às 20 horas e 15 minutos.
Bona é a cidade pioneira à escala nacional com o distribuidor de “imposto sexual automático”. A Câmara Municipal, anuncia que está, também ela atenta às questões de equidade fiscal . As prostitutas em estabelecimentos fixos, tais como bordeis, centros eróticos ou clubes de sauna, serão igualmente tributáveis.
Os inspectores do serviço dos impostos da cidade vão agora velar pelo respeito das normas tributárias para esta sector dos serviços , ou seja, pelo cumprimento da obrigatoriedade da aquisição dos referidos bilhetes a 6 euros por dia. Quem não puder mostrar o seu bilhete será numa primeira fase avisada apenas e, depois, se reincidente haverá multas que no limite poderão ir até à retirada da sua autorização de trabalho nesta indústria e na cidade .
O estranho caso do pastor alemão – a ameaça do travesti
O estranho caso do pastor alemão – a ameaça do travesti.
-«Há uma má notícia… A Louca do Caldas evadiu-se da prisão. »Estas palavras do inspector caíram como uma bomba aos pés de Filipe e Marília. Contámos como Filipe, numa noite, de regresso de um encontro profissional no bar Bora-Bora, no cruzamento da Madalena com as escadinhas de Santa Justa, à porta da Polux. viu a prostituta Laura, sua informadora, estendida no passeio, moribunda com uma faca cravada no peito A rapariga, antes de morrer, dissera «. Louca… Caldas». Ao cabo de uma série de diligências, Marília descobriu que Laura fora vista no Elefante Branco com uma maluca de cabelos compridos e nariz adunco que dava umas gargalhadas estranhas.. Punha uma cabeleira e andava no engate, fazendo concorrência às profissionais. Laura fizera chantagem com a Louca e esta matara-a. Durante o julgamento, quando Filipe depusera, Pedro Janelas, o travesti, fizera um sorriso ameaçador para Filipe.
Na véspera, aproveitando a hora das visitas, Janelas saíra com roupa feminina e cabeleira. Evadira-se do Estabelecimento Prisional de Alcoentre e só horas depois os guardas viram que na cela do travesti estava o Cabinda, um rapaz que estava de atrasado mental no largo de São Cristóvão. Fisicamente parecido com o Janelas, quando o faxina e o guarda lhe levaram o jantar, entortando os olhos, perguntou ao guarda – «Ófazfavor, senhor general, sabe-me dizer se é aqui a paragem do 28?»
Bebidos os cafés, apreensivos, voltaram ao gabinete.
Em pé, junto da janela, olhando o trânsito do Conde Redondo e da Praça José Fontana, Paralelo de Sousa dizia:
– Como se sabe, na Conferência de Potsdam foi estabelecido que a a Áustria não poderia aderir a tratados militares, o que implicou sua neutralidade. O que teve vantagens, sobretudo para o turismo…
O agente Esteves dormia com a cabeça sobre o teclado do computador. O Pais, comentou
– Estrordinário!
A seguir – a mensagem no voice mail

