O oxímoro domina a contrução do soneto, o qual associa conceitos logicamente incompatíveis e que atinge o auge no último verso em que a posição do sujeito é claramente de resistência ao amor. Sóror Violante do Céu é uma das vozes mais interessantes do séc. XVII, sendo a sua poesia repartida por temas religiosos e profanos. Além de “Rimas Várias” (1646), publicou-se postumamente “Parnaso Lusitano de Divinos e Humanos Versos” (1733).