O autor, identificado ideologicamente com o regime pombalino, esboça aqui um realismo social, numa espécie de poema herói-cómico. “O Hissope” é um longo poema à volta do conflito entre o bispo de Elvas e o seu deão, por este se recusar a levar-lhe o hissope à porta da casa do Cabido, assumindo, por isso, um tom de sátira de alguma qualidade.