Figura talvez mais representativa do primeiro Romantismo português, a sua obra estende-se da poesia ao romance, da história ao jornalismo. A poesia aparece-nos na primeira fase da sua produção literária e conheceu a 1ª edição com “A Harpa do Crente” (1838), revista até à 3ª e última edição em vida das “Poesias” (1872). Em 1831 conheceu Herculano o exílio (Inglaterra e França) por ter estado implicado na conspiração contra o miguelismo.