À medida que a conjuntura torna as organizações mais complexas é cada vez mais necessária a conjugação dos conhecimentos dos diferentes colaboradores, pois eles poderão dar um importante contributo na obtenção de eficácia e êxito.
O sentido de pertença à organização é fundamental. Quando esse sentimento existe, há uma preocupação em fazer crescer a inteligência individual e um empenhamento entusiástico, que cria sinergias que se traduzem na obtenção de desempenhos elevados e no renascer da esperança, quando ela desfalece.
O papel do líder é muito importante, mas sem ovos não há omeletes, uma equipa de futebol de 2ª. linha, pode aspirar à conquista do campeonato nacional, mas por muito que se esforce, por muito bom que seja o treinador, não consegue ganhar o campeonato.
Contudo o líder tem que acreditar sempre, que é possível fazer mais e não pode deixar de assumir que a condução do barco faz parte das suas funções. Se ele for ao fundo, a culpa é sua, mas é preciso que os colaboradores entendam que a responsabilidade é de todos, os que lá trabalham. Quando se chega a bom porto ou quando se conquistam êxitos, também todos se devem sentir orgulhosos e com o curriculum valorizado, porque os êxitos dão confiança e os que fazem parte das equipas vencedoras sentem uma maior realização.
Lider e colaboradores, têm que ter presente que o ser humano tem muito potencial que não usa e daí que todos devam refletir como poderá ser utilizado esse capital adormecido, na superação dos obstáculos e no afastar do pessimismo que reina nas notícias dos meios de comunicação social e se alastra à população. Os tempos não estão para lamentos e há que ser cada vez mais pro-ativo, para que o número de desempregados, esse flagelo nacional, comece a baixar e para isso é preciso ser cada vez mais dinâmico, agarrar as oportunidades e tudo fazer para manter os postos de trabalho.
Mas quando os elementos de uma organização só estiverem preocupados com o seu projeto individual, não se sentirem pertença da equipa, não forem dinâmicos nem criativos, estiverem alheados do grupo de trabalho, devem ser convidados a sair tal como acontece nas equipas de futebol.
Vive-se um tempo em que não pode haver meias tintas, nem estar com um pé na organização e outro fora.

