SINTONIA ENTRE LIDER E COLABORADORES – por António Mão de Ferro

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À medida que a conjuntura torna as organizações mais complexas é cada vez mais necessária a conjugação dos conhecimentos dos diferentes colaboradores, pois eles poderão dar um importante contributo na obtenção de eficácia e êxito.

O sentido de pertença à organização é fundamental. Quando esse sentimento existe, há uma preocupação em fazer crescer a inteligência individual e um empenhamento  entusiástico, que cria sinergias que se traduzem na obtenção de  desempenhos elevados e no renascer da esperança, quando ela desfalece.

O papel do líder é muito importante, mas sem ovos não há omeletes, uma equipa de futebol de 2ª. linha, pode aspirar à conquista do campeonato nacional, mas por muito que se esforce, por muito bom que seja o treinador, não consegue ganhar o campeonato.

Contudo o líder tem que acreditar sempre,  que é possível fazer mais e não pode deixar de assumir que a condução do barco faz parte das suas funções. Se ele for ao fundo,  a  culpa é sua,  mas é preciso que os colaboradores entendam que a responsabilidade é de todos, os que lá trabalham. Quando se chega a bom porto ou quando se conquistam êxitos, também todos se devem sentir orgulhosos e com o curriculum valorizado, porque os êxitos dão confiança e os que fazem parte das equipas vencedoras sentem uma maior realização.

Lider e colaboradores, têm que  ter presente que  o ser humano tem muito potencial que não usa e daí que todos devam refletir como poderá ser utilizado esse capital adormecido, na superação dos obstáculos e no afastar do pessimismo que reina nas notícias dos meios de comunicação social e se alastra à população. Os tempos não estão para lamentos e há que ser cada vez mais pro-ativo, para que o número de desempregados, esse flagelo nacional, comece a baixar e para isso é preciso ser cada vez mais dinâmico, agarrar as oportunidades e tudo fazer para manter os postos de trabalho.

Mas quando os elementos de uma organização só  estiverem preocupados com o seu projeto individual, não se sentirem pertença da equipa, não forem dinâmicos nem criativos, estiverem alheados do grupo de trabalho, devem ser convidados  a sair tal como acontece nas equipas de futebol.

Vive-se um tempo em que não pode haver meias tintas, nem estar com um pé na organização e outro fora.

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