AUTO DESENVOLVIMENTO E DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL – por António Mão de Ferro

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Winston Churchil terá dito um dia: “Adoro aprender mas detesto que me ensinem”. A metodologia que é seguida para a formação em auto-desenvolvimento e desenvolvimento empresarial, seria certamente do agrado daquele estadista, porque:

– Desenvolve atividades centradas nas pessoas, uma vez que são elas agentes de conservadorismo ou de mudança de uma estrutura de valores;

– Considera a estrutura de valores como algo substancial e concreto, presente e determinante em maior ou menor grau nas atitudes dos colaboradores;

As atividades são semi estruturadas e têm em conta o princípio de que a pessoa em formação é sujeito e não objeto da sua própria formação.

A mudança de atitudes pressupõe um processo individual complexo e profundo de auto-reflexão, que dificilmente se consegue impor de fora para dentro, necessitando para que se realize, da adesão do próprio indivíduo, através de um ato livre e espontâneo.

Esta formação deverá ser frequentada inicialmente pelos quadros de topo de uma empresa. Integra um conjunto de atividades centradas na análise pessoal e da organização, que funcionam como estímulos para o acompanhamento do indivíduo, num processo ativo e contínuo de desenvolvimento, cujo quadro de referência são os seus próprios objetivos compatibilizados com os da empresa onde está inserido.

Este tipo de formação tem em conta que o grande objetivo é o desenvolvimento empresarial através dos seus recursos humanos. Para isso são estruturados e selecionados procedimentos e técnicas de condução de grupos, para que se crie um espaço relacional que facilite a partilha de experiências e o aprofundamento do conhecimento de si próprio e da empresa, de forma a que as pessoas sintam a necessidade de aprender a apreender a realidade, que inclui a sua realidade e a da empresa e consigam compatibilizá-las em função dos fins que persegue.

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