Depois da 2ª edição do seu livro “Canções”, desencadeou-se uma famosa polémica conhecida como “Literatura de Sodoma”, que começou com a recensão de Fernando Pessoa, “António Botto e o Ideal Estético em Portugal” (“Contemporânea”, 1922). A polémica, além de Pessoa e Raul Leal, envolveu o jornalista Álvaro Maia e Pedro Teotónio Pereira. Em Março de 1923, as edições de “Canções” e de “Sodoma Divinizada”(Raul Leal), foram apreendidas e queimadas por ordem do governador civil de Lisboa.