NÃO RECEAR ERROS E SEGUIR EM FRENTE – por António Mão de Ferro

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As dificuldades porque se está a passar, exigem que os colaboradores das organizações atuem como se tivessem que caminhar ao longo de uma corda bamba. Seria bom que ao fazerem a caminhada, não vissem de um lado o charco lodoso das burocracias e do outro o pedantismo e um buraco cheio de água e incompetentes.

E porquê? Porque não é admissível que para além do esforço que têm que despender, para manter o equilíbrio, ainda tenham que gastar energia para suportar os que chafurdam no lodo e os salpicos de água que deliberadamente esses incompetentes provocam para os obrigar a fechar os olhos e tapar-lhes a visão.

Para se obter eficácia e êxito é necessário que os que trabalham nas organizações, não sejam desencorajados com ninharias e se entusiasmem com aquilo que fazem. Isso passa por admitir que por vezes falhem.

Desde que não se erre com muita frequência, os consumidores hoje em dia, desculpam a empresa quando ela consegue remediar as consequências de determinados procedimentos.

Assim terá de ter-se uma atitude empreendedora, e assumir que é possível atingir o êxito, mas não desanimar se os negócios falharem desde que se esteja preparado para dar passos em frente.

Para isso os colaboradores terão de manter o entusiamo, a imaginação, a paciência, o bom humor, terem presente que ninguém é perfeito e que é cada vez mais necessário respeitar e compreender as diferenças das pessoas que com eles trabalham, para que as sinergias do grupo sejam ainda maiores.

É todavia necessário que os planos sejam claros e minimizem ao máximo as interpretações subjetivas. Se assim for, consegue-se produzir mais e melhor, implementando mais facilmente as decisões mais acertadas mesmo perante situações de caos ou complexidade.

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