– É a isto que vás chamais dinheiro são, Senhor Martlnho? Uma dívida nacional tornando- se necessária, mas impossível de pagar, não é dinheiro são, mas sim dinheiro doentio.
– Meus Senhores, toda a moeda válida, deve ser baseada em ouro, e sair do banco como dívida. A dívida nacional é uma coisa boa, pois coloca os governos sob a sabedoria sadia dos banqueiros. Como banqueiro, sou uma chama de civilização na vossa ilha.
– Senhor Martinho, nós podemos ser uns ignorantes, mas não queremos essa civilização aqui. Nós não pediremos mais um cêntimo emprestado. Moeda válida ou não, nós não faremos mais negócios consigo.
– Lamento essa vossa decisão precipitada, caros Senhores. Se vão quebrar os vossos compromissos comigo, eu tenho as vossas assinaturas. Devolvei-me tudo imediatamente: juros e capital.
– Mas isso é impossível, senhor Martinho. Mesmo se vos devolvermos todo o dinheiro existente na ilha não chegará para vos pagar.
– Não quero saber. Vocês assinaram? sim ou não? Sim? Ah! bem, então em virtude do carácter sagrado dos contratos, confiscarei todas as vossas propriedades como penhor da dívida, tal como foi acordado , quando vocês estavam contentes de me terem entre vós. Se não quereis servir de bom grado a potência suprema do dinheiro, servi-la-eis à força. Continureis a explorar a ilha, mas para mim e segundo as minhas condições. Ide-vos embora, que eu amanhã vos ditarei as minhas ordens.
A metfora continua ..gostosa… saborosa …os meus aplausos …. Maria S