A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Com alguma surpresa nossa, quando alguém fala em contestar a dívida que alguns contraíram e que estamos todos a pagar, ou em moderar o ritmo e as condições de pagamento, logo se ouvem vozes dizendo que não, pois a nossa credibilidade internacional ficaria afectada. Algumas dessas vozes vêm de sectores da esquerda e colocam a questão no plano ético. Um trabalho do jornalista Marcos Romão fornece-nos pormenores curiosos acerca do Acordo de Londres de 1953 sobre a divida alemã – 32 biliões de marcos – contraída antes e depois da II Guerra. O acordo foi assinado após negociações entre representantes de 26 países.
Pois, Carlos, parece que há demasiada gente que se esquece deste e de outros “pequenos pormenores” da História, ou, quando topa com eles, os varre para debaixo do tapete…