PENÉLOPE – um poema de Rachel Gutiérrez carlosloures12 de Outubro de 201310 de Outubro de 2013Literatura Navegação de artigos PreviousNext Não teço a espera, o meu tapete é aquele mágico entre nuvens que leva o longe, conduz sonhos e inventa o vento e a nova vida. Contudo é densa a escura noite em que não ter-te é não crescer e é viver menos sem morrer pois que és de mim outro começo, sou tua fronteira e tu não sabes. E enquanto teces teu tapete de aventuras sem me ver, sou Odisséia, eu também, – Eu sou Viagem! E é em alto mar que as tuas ondas – Velas ao vento! – as minhas ondas vão tocar. (de Comigos de Mim, Massao Ohno, 1995) Share this: Share on Facebook (Opens in new window) Facebook Share on X (Opens in new window) X Share on LinkedIn (Opens in new window) LinkedIn Share on WhatsApp (Opens in new window) WhatsApp Email a link to a friend (Opens in new window) Email More Print (Opens in new window) Print Like this:Like Loading...