Pois o leme mudou de mãos… Desafio lançado e aceite como aceito os que penso valerem a pena. E é esse o caso? Creio que sim.
Pela resposta aos pedidos de colaboração, de outros argonautas mas não só. Pelo parar para pensar sobre assuntos que à mulher dizem respeito, mas a todos também.
Deixámos a porta aberta para cada um dizer o que pensa, falar do que melhor sabe. Homens e Mulheres.
E assim, muitas mulheres nos vieram “visitar”, mulheres que “fizeram a diferença”. Não que as outras não sejam importantes, mas a História nos mostra que há sempre alguém que, por diversas razões e circunstâncias, começa a apontar o caminho. Caminho que ainda está em aberto, pois ainda tanto há para fazer!
Mulheres portuguesas, mas não só. Falámos de literatura, ouvimos poesia e música de mulheres, vimos quadros sobre mulheres, do argonauta Dorindo Carvalho.
Falámos de situações extremas que nos atormentam. Revimos a situação da mulher em Portugal, dos seus direitos, no trabalho, na família, na sociedade, de situações em que é vítima de violência. Gostaríamos de ter desenvolvido, em artigo autónomo, a grande questão da mulher perante um Islão que lhe cerceia a liberdade e a reduz à condição de submissa escrava.
Faltou qualquer coisa? Certamente. Penso terem sido apontado o que não mais pode existir e que para isso temos que lutar, no aqui e agora. Sigamos o exemplo das que já o fizeram. Não fechemos os olhos, tapemos os ouvidos e nos calemos!
Como está escrito numa parede: “o medo torna-nos estúpidos”. E “não deixes para amanhã nem o café nem a atitude que podes tomar hoje”. É este o desafio!
