A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Quando começou a publicar-se, em 1976, o El País creditou-se como «o jornal da transição» – com excelentes colaboradores, graficamente arejado – um bom jornal. Porém, com a força da sua tiragem diária, tem vindo a acentuar a sua posição de defensor da herança franquista, nomeadamente no que se refere à manutenção da tutela de Madrid sobre as nações históricas subjugadas. Com a Catalunha contando os passos da sua sardana, avaliando vantagens e desvantagens, custos, ganhos e perdas da independência, o El País denuncia-se como paladino da “Espanha una e grande” que Franco construiu em cima de um milhão de mortos.