DEFICIENTES INDIGNADOS – LISBOA – UM PLANO SEM DINHEIRO É UM MONTE DE PAPÉIS.

A Câmara Municipal de Lisboa tem finalmente uma proposta de Plano de Acessibilidade Pedonal para a cidade. Está neste momento a decorrer a consulta pública e apelamos a toda a gente para enviar contributos.

541456_646885638697618_820462399_n Obrigado à Manuela Ralha

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UM PLANO SEM DINHEIRO É UM MONTE DE PAPÉIS.

A Câmara Municipal de Lisboa tem finalmente uma proposta de Plano de Acessibilidade Pedonal para a cidade. Está neste momento a decorrer a consulta pública e apelamos a toda a gente para enviar contributos.

Poderá consultar a proposta de Plano neste endereço: http://www.cm-lisboa.pt/viver/mobilidade/modos-suaves/mobilidade-pedonal/plano-de-acessibilidade-pedonal

Os seus contributos, críticas e sugestões, devem ser enviados para núcleo.acessibilidade@cm-lisboa.pt

Lemos o Plano e constatamos que está prevista uma percentagem do Orçamento para a sua execução. Ainda bem que assim é. Foi um desafio que lançámos nas eleições autárquicas a todos os candidatos e que entregámos em mão a António Costa durante a campanha eleitoral. Esta é para nós uma questão essencial. Um Plano que não tenha financiamento assegurado para a sua execução é um monte de papéis.

Por isso, para além dos contributos sobre o restante conteúdo do plano, apelamos a todos que enviem o seguinte texto ao Presidente da CML:

Exmo Sr. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
Dr. António Costa

Foi com agrado que verifiquei a previsão de uma percentagem do orçamento na proposta de Plano de Acessibilidade Pedonal para a sua execução. Embora me pareça que a percentagem de 3% seja insuficiente para o volume de trabalho necessário, a existência desta verba será um sinal de que finalmente vai haver uma politica consistente para tornar a cidade utilizável por todos, especialmente pelas pessoas com deficiência.

Agora, que decorre o período de consulta pública, venho por este meio reforçar a necessidade deste investimento pois sem dinheiro não se fazem obras e é urgente que a cidade deixe de ser uma cidade que exclui não só muitos dos seus habitantes como aqueles que a visitam ou nela trabalham.

Com os melhores cumprimentos

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