POESIA NEGRA – por Fernando Correia da Silva

Um Café na Internet

Lisboa, 1953 – Francisco José Tenreiro (S. Tomé) e Mário Pinto de Andrade (Angola) organizam e editam um Caderno de Poesia Negra de Expressão Portuguesa. Curiosamente, esse Caderno é dedicado a Nicolás Guillén. Porquê? Não tenho a certeza mas parece-me que foi por ter o cubano conseguido criar ritmos e sonoridades  que infiltraram de negritude a língua castelhana. Portanto, bom exemplo para os africanos de língua portuguesa…

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