A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Aos domingos, serão publicados trabalhos de Margarida Ruivaco. Com uma profissão onde impera a objectividade e as leis da física não devem ser contrariadas (é engenheira civil), ela encontra na escrita um contraponto para a sua actividade intensa do dia a dia. Um estilo directo, sem ornamentos supérfluos, adequado ao realismo dos temas.
escrita ágil, elegante e, sobretudo, de uma grande (e invulgar) maturidade literária, ao serviço de temas que revelam uma especial sensibilidade para visitar o mundo dos outros.
Às terças-feiras, é a vez de António Sales, um escritor com numerosos livros publicados. Um estilo vigoroso, impressivo, onde a revolta perante as injustiças sociais caminha de mãos dadas com uma escrita de fino recorte literário que revela experiência vivida e uma enorme capacidade de a efabular.
fronteiras entre as artes. Pintura, prosa, poesia… são para ele o território único da arte. As suas ficções, revelando uma profunda consciência da realidade, são servidas por uma prosa poética e, tal como os seus quadros, intensa e sabiamente cromática.
Às sextas-feiras, chegam as ficções de José Magalhães, outro artista eclético. Vejamos, um fotógrafo que faz poesia, um poeta que fotografa, um contista que fixa instantâneos da realidade. Os contos que apresentamos são flashes de uma realidade transfigurada, mas nem por isso menos expressiva.
romances publicados, vivendo em Paris, onde é professora de Língua portuguesa, escreve com grande segurança, revelando, a par de uma escrita escorreita, um domínio perfeito na criação de personagens e na efabulação das situações e cenários onde se movem.