Posts Tagged: josé magalhães

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães – EDIÇÃO ESPECIAL

24 de JUNHO DE 1128 – DATA DA FUNDAÇÃO DE PORTUGAL Por: Pedro Baptista * Comemora-se hoje, dia 24 de Junho e de São João, o 889º aniversário da fundação de Portugal como país independente. Com efeito, a vitória do

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães – EDIÇÃO ESPECIAL

24 de JUNHO DE 1128 – DATA DA FUNDAÇÃO DE PORTUGAL Por: Pedro Baptista * Comemora-se hoje, dia 24 de Junho e de São João, o 889º aniversário da fundação de Portugal como país independente. Com efeito, a vitória do

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (187)

ALMINHAS (3B) Uma vez mais por indicação do nosso Amigo José Carlos Oliveira, descobrimos na Freguesia de Aldoar, uma quinta Alminha. Situada na Rua de António Aroso, muito perto da Avenida da Boavista, lá está na parede de uma casa

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (187)

ALMINHAS (3B) Uma vez mais por indicação do nosso Amigo José Carlos Oliveira, descobrimos na Freguesia de Aldoar, uma quinta Alminha. Situada na Rua de António Aroso, muito perto da Avenida da Boavista, lá está na parede de uma casa

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (186)

RAUL BRANDÃO VEIO JANTAR CONNOSCO Na passada segunda-feira, 12 de Junho deste venturoso ano de 2017, pouco passava das 20h30, teve início, na Tasca do Bairro, o nosso local costumeiro para estas aventuras, o jantar convívio cujo convidado de honra

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (186)

RAUL BRANDÃO VEIO JANTAR CONNOSCO Na passada segunda-feira, 12 de Junho deste venturoso ano de 2017, pouco passava das 20h30, teve início, na Tasca do Bairro, o nosso local costumeiro para estas aventuras, o jantar convívio cujo convidado de honra

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (100)

O MAR DA FOZ   Ondas enormes batem no farol. Sentado na esplanada Do castelo da Foz Olho o mar Por entre camadas de sol E de nuvens de água feita em nada. Ouço das ondas a voz Que se

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (100)

O MAR DA FOZ   Ondas enormes batem no farol. Sentado na esplanada Do castelo da Foz Olho o mar Por entre camadas de sol E de nuvens de água feita em nada. Ouço das ondas a voz Que se

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (185)

O MOLHE DE CARREIROS (2) A 25 de Maio p.p., escrevi sobre o molhe de Carreiros e sobre o estado deplorável em que se encontrava (Carta nº183).   Passaram-se duas semanas e a A.P.D L., por certo que não por

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (185)

O MOLHE DE CARREIROS (2) A 25 de Maio p.p., escrevi sobre o molhe de Carreiros e sobre o estado deplorável em que se encontrava (Carta nº183).   Passaram-se duas semanas e a A.P.D L., por certo que não por

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (184)

  O PORTO EM IMAGENS (28)                         A APRESENTAÇÃO DO LIVRO, É NESTE SÁBADO AGRADEÇO A VOSSA COMPARÊNCIA      

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (184)

  O PORTO EM IMAGENS (28)                         A APRESENTAÇÃO DO LIVRO, É NESTE SÁBADO AGRADEÇO A VOSSA COMPARÊNCIA      

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (99)

AS RIMAS DA MINHA SAUDADE     Desenho um mapa De lugares vazios Na incessante procura Da minha verdade Mareio por versos e rimas Em poemas perdidos Com os olhos bem abertos No meio da claridade.   Cego de tanta

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (99)

AS RIMAS DA MINHA SAUDADE     Desenho um mapa De lugares vazios Na incessante procura Da minha verdade Mareio por versos e rimas Em poemas perdidos Com os olhos bem abertos No meio da claridade.   Cego de tanta

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (183)

O MOLHE DE CARREIROS   Sendo a Foz e Nevogilde a minha área de permanência habitual, é natural que, de vez em quando olhe para a minha zona com mais atenção. O molhe de Carreiros, não sendo um local por

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (183)

O MOLHE DE CARREIROS   Sendo a Foz e Nevogilde a minha área de permanência habitual, é natural que, de vez em quando olhe para a minha zona com mais atenção. O molhe de Carreiros, não sendo um local por

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (182)

O PORTO EM IMAGENS (27)             DIVULGAÇÃO      

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (182)

O PORTO EM IMAGENS (27)             DIVULGAÇÃO      

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (181)

O PORTO EM IMAGENS (26)   Ali, junto ao mar da Foz há quase oito anos!       Terminal Rodoviário do Campo 24 de Agosto   Arquiteto Francisco Sousa Rio orienta visita virtual à frente marítima do Porto “A

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (181)

O PORTO EM IMAGENS (26)   Ali, junto ao mar da Foz há quase oito anos!       Terminal Rodoviário do Campo 24 de Agosto   Arquiteto Francisco Sousa Rio orienta visita virtual à frente marítima do Porto “A

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (98)

VIVA O PORTO     Na minha cidade Nasce o Norte insubmisso E gente de rostos rugosos Falando com impropérios Nasce o regionalismo com viço E com a sua luz, nos belos invernos chuvosos Também nascem os mistérios A minha

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (98)

VIVA O PORTO     Na minha cidade Nasce o Norte insubmisso E gente de rostos rugosos Falando com impropérios Nasce o regionalismo com viço E com a sua luz, nos belos invernos chuvosos Também nascem os mistérios A minha

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (180)

ALMINHAS (5) Eu (…) a todos tirava o chapéu, e também a capelinhas, nichos de almas (…), que serpenteiam o caminho. (Aquilino Ribeiro – O Malhadinhas) As alminhas são a mais singular forma que o povo cristão encontrou para lembrar

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (180)

ALMINHAS (5) Eu (…) a todos tirava o chapéu, e também a capelinhas, nichos de almas (…), que serpenteiam o caminho. (Aquilino Ribeiro – O Malhadinhas) As alminhas são a mais singular forma que o povo cristão encontrou para lembrar

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (97)

O NOSSO SALITRE E O NOSSO SOL   Nasci na Foz Na rua do Monte da Luz Encostado a Gondarém Sou Manteigueiro com voz Irmão dos vareiros de truz Não os olho com desdém. Para lá do castelo Da Corguinha

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (97)

O NOSSO SALITRE E O NOSSO SOL   Nasci na Foz Na rua do Monte da Luz Encostado a Gondarém Sou Manteigueiro com voz Irmão dos vareiros de truz Não os olho com desdém. Para lá do castelo Da Corguinha

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (179)

ALMINHAS (4) As Alminhas, poética devoção da alma cristã portuguesa, são verdadeiramente estigmas da piedade e religiosidade portuguesa. (Pde. Francisco Babo em «Alminhas» Padrões de Portugal Cristão) Na Freguesia de Cedofeita, encontrei três desses Monumentos .        

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (179)

ALMINHAS (4) As Alminhas, poética devoção da alma cristã portuguesa, são verdadeiramente estigmas da piedade e religiosidade portuguesa. (Pde. Francisco Babo em «Alminhas» Padrões de Portugal Cristão) Na Freguesia de Cedofeita, encontrei três desses Monumentos .        

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (178)

O PORTO EM IMAGENS (25) JÁ NADA É ASSIM, COMO SE MOSTRA!                           TODOS OS ARTIGOS JÁ ESCRITOS NAS PÁGINAS DA “CARTA DO PORTO”, E OS QUE VENHAM

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (178)

O PORTO EM IMAGENS (25) JÁ NADA É ASSIM, COMO SE MOSTRA!                           TODOS OS ARTIGOS JÁ ESCRITOS NAS PÁGINAS DA “CARTA DO PORTO”, E OS QUE VENHAM