Posts Tagged: josé magalhães

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (341)

  O PORTO E AQUI À BEIRA, EM IMAGENS (113)       EDIFÍCIO TRANSPARENTE   QUINTA DA CONCEIÇÃO   MARÃO   BATARIA DA VICTÓRIA   . . . .  

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (338)

A NOSSA MINI-MINI-MICRO-QUINTINHA   Ficava na rua de Tânger e as nossas traseiras confinavam com o Consulado Brasileiro. Era um paraíso desordenado e maravilhoso. O meu pai transportara para a cidade a sua costela de lavrador e aldeão. Nascido mesmo

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (335)

CARTAS QUE ESCREVI   Meus queridos, Eis-me aqui com um silêncio que só é quebrado pelas pingas da chuva. São mesmo muito grossas as que do telhado caem mesmo à minha frente, e também as que da ramada escorregam pelas

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (333)

. EM TEMPO DE CONFINAMENTO . .   MEMÓRIAS PLEONASMÍTICAS E REDUNDANTES Em tempo de confinamento, os pensamentos têm roda livre para se espraiarem por onde lhes apetece. Os meus, não particularmente activos, dão-se ao luxo de, de vez em

IMAGEM E POESIA – Por José Fernando Magalhães (141)

. .. DIA INTERNACIONAL DA LÍNGUA PORTUGUESA . DA MINHA LÍNGUA VÊ-SE O MAR . . . . Da minha Língua vê-se o mar Assim Virgílio o afirmava, Reflexo da Alma e da cultura do meu Povo. Na minha Língua

IMAGEM E POESIA – Por José Fernando Magalhães (140)

. É PRECISO DAR TEMPO AO CONHECIMENTO     Em tempo de confinamento, De comemorações E de exemplo, É preciso dar tempo, Ao conhecimento. Nasçam dos factos, Das experiências E da memória, As interpretações, Dos artefactos, As rotinas e as

UMA CARTA DO PORTO – IMAGEM E POESIA (139) – Por José Fernando Magalhães (330)

IMAGEM E POESIA (139)   O HOMEM QUE SE SENTA À MINHA FRENTE . . O homem que se senta à minha frente Conversa comigo de coisa nenhuma. Que espera ele que eu lhe diga? De que coisas banais poderíamos

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (329)

  O RELÓGIO DE PÉ ALTO   Jérémie Girod, Porto, é o nome que no mostrador branco esmaltado sempre me habituei a ver. No pêndulo, o velho lembra-me o meu avô materno, o cão sempre pensei que era o “Berlim”