A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Era uma vez um país onde nada acontecia. Um país cinzento, amorfo, onde imperava a vontade de um ditador velho, tacanho e insensível – um defensor de uma moral rígida, de matriz católica e reaccionária, ao serviço de uma depravação social em que algumas dezenas de famílias tinham proventos milionários e milhões de seres humanos, aqui no rectângulo europeu e nas colónias, eram privados de direitos fundamentais. Como se um bordel tivesse contratado um dominicano de um rigor ascético como porteiro. A «ordem natural das coisas» – era a existência de ricos e pobres. Os primeiros estavam privados de ascender ao Paraíso; dos segundos seria o reino dos céus…
[image: Imagem intercalada 1]este artigo -postei um extracto no meu face ….Maria