CASA DA ACHADA – CICLO A PALETA E O MUNDO III + CICLO DE CINEMA SEGUNDA GUERRA – HISTÓRIAS – HOJE.

Ciclo A Paleta e o Mundo - VI

CICLO A PALETA E O MUNDO III

Segundas-feiras, 18h30

Na 3ª parte do ciclo «A Paleta e o Mundo» lemos obras que foram citadas em A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio, ou obras de autores seus contemporâneos.

Em Fevereiro, Eduarda Dionísio conclui a leitura comentada, com projecção de imagens, de O amor da pintura de Claude Roy sobre Pablo Picasso. E continuamos com os capítulos sobre El Greco e de Carpaccio a Paul Klee.

Ciclo de cinema - segunda guerra - histórias

SEGUNDA GUERRA – HISTÓRIAS
Ciclo de cinema

Segundas-feiras, 21h30

A 2ª Guerra Mundial, que assolou há cerca de 70 anos uma grande parte do mundo, é ainda uma memória de vivos e uma memória viva – directa ou indirecta – mesmo de quem não participou nela, como foi o caso dos portugueses, e dos que vieram depois. Dois únicos «campos» bem claros e opostos: os «aliados» (vencedores) e o «eixo» (vencido).
Por exemplo, a memória de Mário Dionísio. Que conta que estava a escrever um artigo sobre Maiakovski para a Seara Nova quando ouviu um ardina a berrar: «Rebentou a guerra! Rebentou a guerra!». E que conta que, uns anos depois de muita ansiedade, nas grandes manifestações da Vitória, em Lisboa!, se viam todas as bandeiras dos «Aliados» (excepto a da URSS…). Julgou-se até que a ditadura em Portugal acabaria aí, mas não.
É natural que estes 6 anos de barbárie (e de muitos humanismos combatentes) tenham originado narrativas sem fim. Na literatura, no cinema. E não só.
Foi difícil escolher estes 13 filmes, apesar de, à partida, termos a pretensão simples de mostrar «apenas» histórias narradas, deixando para depois a questão «guerra-guerra». Ordenámo-los cronologicamente: o primeiro é uma «actualidade» (1942) e, à medida que o ciclo avança, vamo-nos afastando do «acontecimento»: a «memória», a «reconstituição histórica», a «ficção» serão cada vez mais os materiais das obras que vamos ver.
Talvez este ciclo nos impeça de esquecer duma coisa: a Europa oficial (há uns anos com a Alemanha à cabeça) é filha desta Grande Guerra. Sangrenta  e – por malas artes ou boas artes – criadora.

Segunda-feira, 3 de Fevereiro, 21h30
O general della Rovere
(1959, 132 min.)
de Roberto Rossellini

Segunda-feira, 10 de Fevereiro, 21h30
O julgamento de Nuremberg (1961, 186 min.)
de Stanley Kramer

Segunda-feira, 17 de Fevereiro, 21h30
A passageira (1963, 62 min.)
de Andrzej Munk

Segunda-feira, 24 de Fevereiro, 21h30
Comboios rigorosamente vigiados (1966, 93 min.)
de Jirí Menzel

Ver aqui a restante programação do ciclo.

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