A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Há coisas que consideramos eternas e que não passam de preconceitos, atavismos, barreiras que interpomos entre a nossa inteligência e as conclusões lógicas a que ela nos poderia conduzir. O “medo de pensar” ou, pelo menos de deixar o pensamento ir até onde as deduções o possam levar, tem sido um grande aliado das sucessivas tiranias que, desde as cavernas, dividem a Humanidade entre dominantes e dominados, poderosos e possuídos, entre ricos e pobres. A democracia transformou-se em mais um desses sistemas. Porém, qual “ovo de colombo”, tem uma fórmula mágica – tudo se faz em nome das maiorias; ou seja, o escravo fabrica as correntes, coloca-as e agradece-as…
Agostinho da Silva! Um pensador livre que, a dado passo, percebeu que para contunuar a pensar livremente, teria de se despojar do bilhete de identidade e do número de contribuinte, e fê-lo. Grande Homem!