DORINDO – autobiografia, ou quase – 3 – por Dorindo Carvalho

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          Para apresentar aqui algumas capas a escolha é difícil. Elas são tantas!

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               Esta para o livro de Hervé Bazin, De Chapéu na Mão, não foi a primeira capa  que realizei, mas das primeiras. A primeira foi História Universal da Infâmia de, como se sabe, Jorge Luís Borges.

            O livro do autor francês foi de grande agrado meu e a capa ficou-me fixa na memória pelas palavras que me dirigiu Fernando Namora.

            Colaborei em capas de Fernando Namora, o grande escritor talvez não muito lembrado, como igualmente realizei trabalhos gráficos para os laboratórios médicos onde ele dirigia a área de publicidade.

           Ao ver a capa do livro de Hervé Bazin, Fernando Namora disse-me:

           Esta capa é boa em qualquer lado do mundo.

            Estas palavras ditas, e seguramente sentidas, por Fernando Namora, escritor e pintor de grande sensibilidade estética, teriam por certo que se fixarem na minha memória.

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