Lembrando Mário Barradas, o Homem de Teatro e o Amigo – por António Gomes Marques

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Imagem2A minha paixão pelo Teatro aproximou-me de Mário Barradas e de muitos homens e mulheres que do Teatro fizeram a sua profissão. Não os nomearei com receio de esquecer nem que seja um só nome, o que seria injusto. Felizmente, alguns ainda estão entre nós e, na estreia do dia 19, o José Peixoto tentou juntar todos os que participaram naquela encenação do Mário. Foi para mim uma enorme satisfação encontrá-los ali, juntos, a quem me juntei mas na qualidade de espectador de 1974, e, assim, todos pudemos recordar o Mário Barradas, «um homem no teatro», não só o Director do Conservatório Nacional de 1972 a 1974, que marcou claramente um antes e um depois desta Escola, mas também o actor, o encenador, que fez escola e que permite que, hoje, vários encenadores possam chamar ao Mário «meu Mestre», como o faz sempre José Peixoto, e um dos maiores impulsionadores da descentralização teatral em Portugal. Mas, comigo já incluído, pudemos também invocar o amigo.

Como mais vale uma imagem do que mil palavras, anexo duas imagens do programa do espectáculo de Setembro de 1974.Imagem5

 

2014Março27

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