O ESTATUTO EDITORIAL DE JORNALISTAS SEM FRONTEIRAS

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Jornalistas Sem Fronteiras é um jornal online de âmbito internacional e uma equipa de profissionais da comunicação social independentes de poderes económicos, financeiros e políticos e que orientam o seu trabalho segundo os interesses, valores e direitos do Ser Humano, pela defesa e sobrevivência do Planeta em que vivemos
A matriz da actividade profissional de Jornalistas Sem Fronteiras é a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Os profissionais constituintes de Jornalistas Sem Fronteiras definem-se como cidadãos do mundo e entendem destacar os seguintes princípios que os unem e à luz dos quais se comprometem a actuar:
Os direitos e interesses dos seres humanos são sempre mais importantes do que os interesses do dinheiro, da economia e dos mercados financeiros;
A guerra não é solução para qualquer crise ou problema, mesmo quando se apresenta sob o pretexto de “guerra humanitária”, um rótulo susceptível de esconder interesses e objectivos não declarados;
Informação não é o que nos chega, pronto a divulgar e consumir. Informação é o que investigamos, descobrimos e comprovamos;
Não existe terrorismo “justo” ou “injusto”. Terrorismo é sempre terrorismo, mesmo quando praticado, financiado, encorajado e organizado por Estados ou por uniões e/ou alianças de Estados;
A sobrevivência de populações e comunidades em qualquer região do Mundo, a qualidade de vida, a protecção ambiental e climática e a defesa global do Planeta são sempre mais importantes do que interesses económicos, energéticos, estratégicos e financeiros – públicos ou privados;
Os recursos naturais do Planeta são propriedade de todos os seres humanos que o habitam;
A liberdade de circulação é um direito inerente ao Ser Humano;
O interesse público, entendido como interesse dos cidadãos organizados de forma não discriminatória, é sempre mais importante do que interesses privados e corporativos.
Os cidadãos do mundo que constituem Jornalistas Sem Fronteiras repudiam e assumem o compromisso de denunciar qualquer discriminação e/ou atentado à liberdade e dignidade individual assentes em diferenças de género, físicas, raciais, étnicas, nacionais, políticas, relativas à religião ou crença, sociais, económicas e opção sexual;
Jornalistas Sem Fronteiras identificam a sua actividade profissional com o exercício da cidadania. Não são tecnocratas da informação;
Democracia é o direito de os cidadãos e as sociedades se organizarem livremente em defesa dos seus interesses e segundo mecanismos que garantam o respeito pela vontade manifestada. Não existe, por isso, um modelo único a padronizado de Democracia nem legitimidade para o impor através de operações externas a essas sociedades.
Abril de 2014
Jornalistas Sem Fronteiras

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