«BACCHANALIA seguido de COMO FALSA PORTA»
de JOSÉ EMÍLIO-NELSON
Edições Sem Nome
‘Bacchanalia’, culto grego a Dionisios, lugar de diálogos em banquetes entre homens cultos, copiosamente regados, jocosos, que mais tarde os filósofos (Platão, Xenofonte, Kierkegaard) começaram por referir com essa designação, Banquete, recria a tertúlia poética impregnada de interrogações, em que se debate as ortodoxias, avaliando conceitos como o Amor, a Morte, o Tempo, a Eternidade (que José Emílio-Nelson refere como ‘Teologia Culposa’) e temas como a atracção, as festividades do ser, ‘sem Deus, sem Mestre’.
A prática poética de Emílio-Nelson faz-se como ‘Acção sobre a Língua’, ‘língua bífida’ como o autor repetidamente tem assumido, em que a sua poesia escatológica é a Utopia e o Extreme, simultaneamente.
«COMO FALSA PORTA» dialoga com a pintura de revelação matemática de António Quadros Ferreira, sobre Cosmogonias, numa metáfora ‘rolante’ em que a matriz se reformula acompanhando a arte combinatória do pintor.
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Ficha Técnica
(extracto)
Título
«Bacchanalia» seguido de «Como Falsa Porta»
Autor
José Emílio-Nelson
Editora
Edições Sem Nome
Número de páginas
80
Formato
14,5 x 19,5 cm
Papel
Munken Pure 240 g (capa)
Coral Book Creme 1.2 90 g (miolo)
Capa
de Luiz Pires dos Reys
(manipulação de painel de António Quadros Ferreira, cujo original é reproduzido no interior da obra)
Contracapa
António Quadros Ferreira (sobre original de Domingos Pinho)
ISBN
978-989-99071-0-2
PVP
9,60 euros
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