RECITAL DE FLAUTA E CRAVO, A 3 DE SETEMBRO, NO PALÁCIO FOZ

Nesse dia poder-se-á ouvir, na Sala dos Espelhos do Palácio Foz, com entrada livre, às 18 horas, um recital de Flauta e Cravo, por António Carrilho, flauta de bisel e Cristiano Holtz, cravo.

 antonio carrilho

Nos dias 04 e 6 às 18:00 haverá uma Master classe sob a orientação de António Carrilho, também com entrada livre.

 António Carrilho tem uma intensa carreira enquanto solista num reportório que vai da idade média até aos nossos dias. O seu gosto pelo ecletismo leva-o a conceber projectos pluri-disciplinares, envolvendo músicos, actores, bailarinos e apresentações multimédia.

Tem sido solista convidado pelas orquestras: Gulbenkian; Sinfónica Portuguesa; Orchestrutopica; Den Norsk Katedralenensemblet (Noruega); Sinfonietta de Lisboa; Divino Sospiro; Sinfónica da Póvoa de Varzim e OCCO. É presença regular em importantes festivais na Europa, América e Ásia.

Colabora com diversos agrupamentos de música antiga (La Paix du Parnasse – Madrid/ La Nave va, Melleos ensemble – Lisboa/ La Basse Discontinue – Bruxelas/ Ciudate – Amsterdão), contemporânea (Ciudate – Amsterdão/ Piazzolla Lisboa . Lisboa) e world music (Barbacute – Lisboa), como solista e/ou na direcção musical. É elemento dos duos com o alaudista Rafael Bonavita (Uruguai), com o cravista João Paulo Janeiro (Portugal), com o acordeonista Bruno Maurice (França) e com a fortepianista Helena Marinho(Portugal).

Actualmente lecciona na Universidade de Évora e no Instituto Gregoriano de Lisboa; é frequentemente solicitado como pedagogo para orientar Masterclasses em países como Portugal, Brasil, Holanda, Índia e Itália. Irá leccionar na ESART (Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco) a partir de Setembro de 2011. Encontra-se, de momento, em fase de dissertação da Tese de Doutoramento na Universidade de Évora.

Cristiano Holtz nasceu em 1972 no Brasil. Influenciado por J.S. Bach iniciou os seus estudos aos doze anos. Mais tarde prosseguiu os seus estudos nos Países Baixos. Desde muito jovem, a sua maior influência provém de Gustav Leonhardt, que o acolheu, excepcionalmente, como o seu derradeiro aluno oficial.

Em 1998, a convite de diversas escolas de música portuguesas, como o Instituto Gregoriano de Lisboa, veio trabalhar para Portugal como professor de cravo e de música de câmara. Apresentou-se, sobretudo, como solista – no cravo, no clavicórdio e, em determinadas ocasiões, em órgãos históricos – em diversos países da Europa, Ásia, América do Sul e Estados Unidos, participando em diversos festivais de prestígio. Foram-lhe atribuídos numerosos prémios internacionais no Brasil, Alemanha, Grã-Bretanha e Espanha. Gravou obras de Bach, Haendel e C.Ph.E. Bach.

 

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