PROTEGER O MAR DE VÁRIAS FORMAS por Clara Castilho

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Em 1977, Julie Church, uma especialista na conservação marinha, nascida no Kenia, estava a tratar da conservação e desenvolvimento de um projecto para a Reserva Nacional de Kiunga. Constatando que, o mundo é composto por oceano em 70% e só o restante por terra, que a industrialização está destruindo o este habitat,  tornando o oceano num verdadeiro lixo, com consequências devastadoras nas espécies que habitam os mares, nas pescas, na navegação e da saúde das pessoas, criou a Ocean Sole ( http://www.ocean-sole.com/).

Tendo por base a paixão pelo oceano, pelo ecossistema da vida marítima, a Ocean Sole recicla o lixo encontrado nas paias do Kenia.

Todos os produtos são feitos à mão, pretendem proteger o oceano e educar o mundo nestes assuntos.

Ocean Sole FoundationOs criativos artesãos transformam o que encontram em objectos de grande beleza, cheios de cor, objectos que levam uma mensagem sobre a conservação dos oceanos.

Um outro exemplo: A Ecosurf. É  uma organização social brasileira independente, sem fins lucrativos, fundada e idealizada por surfistas e declarada de utilidade pública municipal. É uma instituição comprometida com a justiça socioambiental e a cultura de paz. Com 14 anos de existência, a Ecosurf busca empoderar os Surfistas para a actuação em causas públicas, protecção das praias, mares, ondas e oceanos, actuando na zona costeira brasileira, especialmente na região sudeste.

 As ações da organização são orientadas pela Carta das Responsabilidades dos Surfistas – Surf 21 e se voltam para o fortalecimento da mobilização social, sob a perspectiva das Bacias Hidrográficas como base estratégica dos processos políticos de gestão espacial do território.

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