APRESENTAÇÃO DE “UM PARADIGMA PARA A EUROPA – OU PARA O MUNDO”, de JOSÉ MARIA RODRIGUES DA SILVA – HOJE, 7 de OUTUBRO, pelas 18.20 – ACADEMIA INTERNACIONAL DA CULTURA PORTUGUESA, R. das PORTAS DE SANTO ANTÃO, 100, em LISBOA.

Um Paradigma para a Europa

 

Adriano Moreira e António Nóvoa
apresentam novo ensaio de José Maria Rodrigues da Silva

 

Um Paradigma Para a Europa – Ou Para o Mundo? é o novo ensaio do juiz conselheiro José Maria Rodrigues da Silva, a lançar amanhã, 7 de Outubro, pelas 18:20 horas, na Academia Internacional da Cultura Portuguesa, em Lisboa. A obra será apresentada pelos professores Adriano Moreira, antigo vice-presidente da Assembleia da República, e António Nóvoa, antigo reitor da Universidade de Lisboa.

Nesta obra, José Maria Rodrigues da Silva examina a ligação entre as duas dimensões de análise da modernidade ocidental – a tecno-económica e a simbólica (política, ética, jurídica, social e cultural) –, concluindo que a Europa precisa de um novo paradigma, que reequilibre ambas, «dando-lhes igual dignidade, substituindo o terminismo tecno-económico pela interinfluência, ou seja, pela admissão de que entre as ordens não há determinismo mas relações de acção-reacção» (p. 120). Para o autor, «o espírito de autonomia e de conquista, assente na premissa de que os homens podem ser senhores do seu próprio destino, que esteve na origem do avanço tecnológico e da expansão económica, conduziu ao Estado de direito democrático e aos seus valores de referência, deduzidos do par “liberdade/igualdade”. Mas o desenvolvimento do processo de modernidade, porque tornado globalmente dependente do princípio regente da sua dimensão tecno-económica, o da mudança contínua, que é consubstancial ao capitalismo, ameaça destruir os valores da modernidade» (p. 17).

José Maria Rodrigues da Silva nasceu em Almada, em 1932. Licenciou-se em Direito em 1957, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Fez o curso complementar de Ciências Jurídicas.

Foi advogado, professor, juiz dos Tribunais de Trabalho, juiz desembargador na secção cível do Tribunal da Relação de Évora e na secção social do Tribunal da Relação de Lisboa, juiz conselheiro do Supremo Tribunal Administrativo e do Tribunal Superior de Justiça de Macau.

Foi relator do Conselho da Europa para o Processo do Trabalho, representante de Portugal no Simpósio da ONU, sobre a exploração do trabalho infantil, e presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses. É presidente da Associação de Amizade Portugal-Croácia.

A sua obra, além do ensaio, abarca a ficção, a poesia e o teatro. Na Âncora Editora, publicou A Crise Financeira e Económica e as Outras (ensaio) e As Quatro Estações – Memórias de Um Portugal Maior (ficção).

 

Enviamos o convite para o lançamento em anexo. Estamos ao dispor para mais informações.

Com os melhores cumprimentos,

 

Inês Figueiras

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