DIA 10 DE DEZEMBREO ASSINALA-SE O 66º ANIVERSÁRIO DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMEM E PREMEIA-SE A JUÍZA CONSELHEIRA CLARA SOTTOMAYOR

A Ordem dos Advogados atribui o “Prémio Ângelo d’Almeida Ribeiro 2014” à Juíza Conselheira Clara Sottomayor, pelo trabalho desenvolvido no combate à Violência contra Mulheres e Crianças e pela promoção da Igualdade de Género. Será no dia 10 de Dezembro, às 18 horas, na sede da Ordem, durante a Sessão Comemorativa do 66º aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem.2010-02-19-clara-sottomayor

 Será dia 20 de Outubro, às 17h30m, no Auditório da Assembleia da República, inserido na Conferência “Os Direitos da Criança: Prioridade para quando?”, organizada pelo Instituto de Apoio à Criança.

Clara Sottomayor é Juíza Conselheira do Supremo Tribunal de Justiça, , nomeada para o STJ a 26 de Setembro de 2012. Licenciada em Direito, pela Escola de Direito do Porto da Universidade Católica Portuguesa (1989), mestre em Ciências Jurídico-Civilísticas, pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (1993) e doutorada em Direito Civil, pela Universidade Católica Portuguesa (2009). É autora de livros e de artigos em Direito da Família e das Crianças, Direitos Reais e Teoria Geral do Direito Civil.

No passado dia 20 de Outubro, lançou o livro – “Temas de Direitos da Criança” que traz à luz do dia um conjunto de estudos que são o resultado da investigação feita pela autora, no âmbito da leccionação da disciplina de Direito das Crianças, na Universidade Católica Portuguesa, abrangendo os seguintes temas: a autonomia do Direito das Crianças; o problema da dupla residência das crianças após o divórcio na perspectiva dos seus interesses e direitos; o abuso sexual de crianças e a protecção destas nos processos de regulação das responsabilidades; os direitos fundamentais das crianças vítimas de crimes violentos, no direito internacional e comunitário; o critério do interesse da criança e a noção de afecto, como conceito passível de demonstração objectiva em tribunal através da prova da prestação de cuidados à criança no dia-a-dia.

 

1 Comment

  1. Igualdade de género, não; igualdade de sexos, sim.
    O género humano é o Homo Sapiens e a espécie é Homo Sapiens Sapiens. A linguagem jornalistica jamais conseguirá vencer a científica. Chamar género ao sexo é um disparate sem nome. Há sexo feminino como há sexo masculino. CLV

Leave a Reply to Carlos A P M Leça da VeigaCancel reply