A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Os desempregados inseridos à força (se não aceitarem perdem o direito ao subsidio de desemprego ou o rendimento social de inserção que eventualmente estejam a receber) nos Contratos Emprego-Inserção (CEI´s) e os estagiários, ambos considerados nos números oficiais de emprego, empolam assim de uma forma artificial o emprego oficial, e representam, como os dados do quadro revelam, uma percentagem cada vez maior do “emprego criado” em Portugal nos últimos trimestres. Entre o 4º Trim.2011 e o 3º Trim.2014, em número aumentou 176,2% e, em percentagem do emprego total, subiu 186,5% (representam já 1,6% de todo o emprego). É um aumento impressionante, que contribui para o “aumento” do emprego de que se gaba o 1º ministro na sua mensagem de Natal. Mas é um crescimento falso do emprego que só engana os que não estão informados, de que se aproveita o governo para manipular a opinião pública. Para Passos Coelho tudo serve, mesmo o falso emprego.