Posts Tagged: eugénio rosa

MESMO COM AS PROGRESSÕES NAS CARREIRAS O AUMENTO DAS REMUNERAÇÕES ILÍQUIDAS (antes dos descontos) DA FUNÇÃO PÚBLICA VARIOU ENTRE 2,7% (RBMMB) E 4,9%(GMMB) ENTRE 2009 E 2019, PORTANTO MUITO INFERIOR À SUBIDA DE PREÇOS QUE FOI DE 11,18% – por EUGÉNIO ROSA

MESMO ANTES DOS DESCONTOS (ADSE, CGA, IRS) O PODER DE COMPRA DA REMUNERAÇÃO MÉDIA MENSAL E DO GANHO MÉDIO MENSAL BRUTOS EM 2019 É INFERIOR AO DE 2009: seria necessário um aumento médio entre 116,5€ (GMMB) e 133€ (RMMBB) para

MESMO COM AS PROGRESSÕES NAS CARREIRAS O AUMENTO DAS REMUNERAÇÕES ILÍQUIDAS (antes dos descontos) DA FUNÇÃO PÚBLICA VARIOU ENTRE 2,7% (RBMMB) E 4,9%(GMMB) ENTRE 2009 E 2019, PORTANTO MUITO INFERIOR À SUBIDA DE PREÇOS QUE FOI DE 11,18% – por EUGÉNIO ROSA

MESMO ANTES DOS DESCONTOS (ADSE, CGA, IRS) O PODER DE COMPRA DA REMUNERAÇÃO MÉDIA MENSAL E DO GANHO MÉDIO MENSAL BRUTOS EM 2019 É INFERIOR AO DE 2009: seria necessário um aumento médio entre 116,5€ (GMMB) e 133€ (RMMBB) para

O PESO DA POBREZA EM PORTUGAL AUMENTOU EM 2018 NOS TRABALHADORES EMPREGADOS E NOS DESEMPREGADOS E CONTINUA A SER ELEVADO EM TODAS AS OUTRAS CAMADAS DA POPULAÇÃO, E OS AUMENTOS DE MISÉRIA NAS PENSÕES EM 2020 – por EUGÉNIO ROSA

EM 2018, 5.100.000 PORTUGUESES TINHAM UM RENDIMENTO MENSAL ILÍQUIDO (antes de descontos e impostos) INFERIOR A 716€, E 1.767.00 INFERIOR A 430€/MÊS (14 meses) OS AUMENTOS DE MISÉRIA NAS PENSÕES EM 2020 PREVISTOS COM BASE NA LEI EM VIGOR Quadro

O PESO DA POBREZA EM PORTUGAL AUMENTOU EM 2018 NOS TRABALHADORES EMPREGADOS E NOS DESEMPREGADOS E CONTINUA A SER ELEVADO EM TODAS AS OUTRAS CAMADAS DA POPULAÇÃO, E OS AUMENTOS DE MISÉRIA NAS PENSÕES EM 2020 – por EUGÉNIO ROSA

EM 2018, 5.100.000 PORTUGUESES TINHAM UM RENDIMENTO MENSAL ILÍQUIDO (antes de descontos e impostos) INFERIOR A 716€, E 1.767.00 INFERIOR A 430€/MÊS (14 meses) OS AUMENTOS DE MISÉRIA NAS PENSÕES EM 2020 PREVISTOS COM BASE NA LEI EM VIGOR Quadro

O AGRAVAMENTO DAS DIFICULDADES DO SNS, A FALTA DE MEDIDAS NO PROGRAMA DO ATUAL GOVERNO, O AUMENTO DAS DESPESAS DAS FAMÍLIAS COM SAÚDE, E A EXPLOSÃO DO NEGÓCIO PRIVADO DE SAÚDE EM PORTUGAL À CUSTA DO SNS E DA ADSE – por EUGÉNIO ROSA – parte II

(conclusão) A INTERFERÊNCIA DO GOVERNO NA GESTÃO DA ADSE, A FALTA DE AUTONOMIA, A INCAPACIDADE PARA TOMAR DECISÕES, O PÂNTANO DA “NEGOCIAÇÃO” DAS NOVAS TABELAS PARA NÃO CRIAR “PROBLEMAS AO GOVERNO” QUE É APROVEITADO PELOS GRANDES GRUPOS PRIVADOS, E A

O AGRAVAMENTO DAS DIFICULDADES DO SNS, A FALTA DE MEDIDAS NO PROGRAMA DO ATUAL GOVERNO, O AUMENTO DAS DESPESAS DAS FAMÍLIAS COM SAÚDE, E A EXPLOSÃO DO NEGÓCIO PRIVADO DE SAÚDE EM PORTUGAL À CUSTA DO SNS E DA ADSE – por EUGÉNIO ROSA – parte II

(conclusão) A INTERFERÊNCIA DO GOVERNO NA GESTÃO DA ADSE, A FALTA DE AUTONOMIA, A INCAPACIDADE PARA TOMAR DECISÕES, O PÂNTANO DA “NEGOCIAÇÃO” DAS NOVAS TABELAS PARA NÃO CRIAR “PROBLEMAS AO GOVERNO” QUE É APROVEITADO PELOS GRANDES GRUPOS PRIVADOS, E A

O AGRAVAMENTO DAS DIFICULDADES DO SNS, A FALTA DE MEDIDAS NO PROGRAMA DO ATUAL GOVERNO, O AUMENTO DAS DESPESAS DAS FAMÍLIAS COM SAÚDE, E A EXPLOSÃO DO NEGÓCIO PRIVADO DE SAÚDE EM PORTUGAL À CUSTA DO SNS E DA ADSE – por EUGÉNIO ROSA – parte I

Gráfico 1- A despesa com saúde (pública + privada) em percentagem do PIB, em Portugal e nos países da União Europeia em 2006(PT) ou 2007 – “Health at a Glance-2010” Gráfico 2 – A despesa com saúde (pública + privada)

O AGRAVAMENTO DAS DIFICULDADES DO SNS, A FALTA DE MEDIDAS NO PROGRAMA DO ATUAL GOVERNO, O AUMENTO DAS DESPESAS DAS FAMÍLIAS COM SAÚDE, E A EXPLOSÃO DO NEGÓCIO PRIVADO DE SAÚDE EM PORTUGAL À CUSTA DO SNS E DA ADSE – por EUGÉNIO ROSA – parte I

Gráfico 1- A despesa com saúde (pública + privada) em percentagem do PIB, em Portugal e nos países da União Europeia em 2006(PT) ou 2007 – “Health at a Glance-2010” Gráfico 2 – A despesa com saúde (pública + privada)

INFORMAÇÃO 6/2019 AOS BENEFICIÁRIOS DA ADSE – A SUSTENTABILIDADE DA ADSE E A AUDITORIA DO TRIBUNAL DE CONTAS – por EUGÉNIO ROSA

https://www.tcontas.pt/pt-pt/ProdutosTC/Relatorios/RelatoriosAuditoria/Documents/2019/rel022-2019-2s.pdf “A ADSE É VIÁVEL, DESDE QUE OS ATUAIS RESPONSÁVEIS PELA SUA CONTINUIDADE, CONSELHO DIRETIVO E MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DE SAÚDE, ADOTEM MEDIDAS” afirma o Tribunal de Contas A DESPESA NA ADSE JÁ NÃO ESTÁ A CRESCER A 8%

INFORMAÇÃO 6/2019 AOS BENEFICIÁRIOS DA ADSE – A SUSTENTABILIDADE DA ADSE E A AUDITORIA DO TRIBUNAL DE CONTAS – por EUGÉNIO ROSA

https://www.tcontas.pt/pt-pt/ProdutosTC/Relatorios/RelatoriosAuditoria/Documents/2019/rel022-2019-2s.pdf “A ADSE É VIÁVEL, DESDE QUE OS ATUAIS RESPONSÁVEIS PELA SUA CONTINUIDADE, CONSELHO DIRETIVO E MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DE SAÚDE, ADOTEM MEDIDAS” afirma o Tribunal de Contas A DESPESA NA ADSE JÁ NÃO ESTÁ A CRESCER A 8%

INFORMAÇÃO 5/2019 AOS ASSOCIADOS DO MONTEPIO – TOMÁS CORREIA ANUNCIA A SAÍDA A PRAZO DO MONTEPIO MAS QUER MANTER-SE ATÉ 15 DE DEZEMBRO PARA CONTROLAR E GARANTIR QUE A SUCESSÃO É DE FIÉIS – por EUGÉNIO ROSA

ASSEMBLEIA DOS ASSOCIADOS DO MONTEPIO NO DIA 4 DE NOVEMBRO DE 2019 NO COLISEU DE LISBOA, ÀS 21 HORAS, PARA APROVAR NOVOS ESTATUTOS E QUE PODE TAMBÉM SERVIR PARA CORRER RAPIDAMENTE COM TOMÁS CORREIA E PARA EXIGIR ELEIÇÕES IMEDIATAS PARA

INFORMAÇÃO 5/2019 AOS ASSOCIADOS DO MONTEPIO – TOMÁS CORREIA ANUNCIA A SAÍDA A PRAZO DO MONTEPIO MAS QUER MANTER-SE ATÉ 15 DE DEZEMBRO PARA CONTROLAR E GARANTIR QUE A SUCESSÃO É DE FIÉIS – por EUGÉNIO ROSA

ASSEMBLEIA DOS ASSOCIADOS DO MONTEPIO NO DIA 4 DE NOVEMBRO DE 2019 NO COLISEU DE LISBOA, ÀS 21 HORAS, PARA APROVAR NOVOS ESTATUTOS E QUE PODE TAMBÉM SERVIR PARA CORRER RAPIDAMENTE COM TOMÁS CORREIA E PARA EXIGIR ELEIÇÕES IMEDIATAS PARA

OS 848 MILHÕES € DE PREJUÍZOS DO SNS EM 2018 DIVULGADOS PELAS TELEVISÕES E JORNAIS – entre 2017 e 2018, os gastos do SNS aumentaram 5,4% mas o governo diminuiu as transferências do Orçamento do Estado para o SNS em 0,6%. Menos dinheiro para a saúde – por EUGÉNIO ROSA

ENTRE 2017 E 2018, OS GASTOS DO SNS AUMENTARAM EM 521 MILHÕES € (+5,4%), MAS AS TRANSFERÊNCIAS DO ORÇAMENTO DO ESTADO PARA O SNS DIMINUÍRAM EM 51 MILHÕES € A PRIVATIZAÇÃO CRESCENTE DO SNS DEVIDO AO AUMENTO DE AQUISIÇÃO DE

OS 848 MILHÕES € DE PREJUÍZOS DO SNS EM 2018 DIVULGADOS PELAS TELEVISÕES E JORNAIS – entre 2017 e 2018, os gastos do SNS aumentaram 5,4% mas o governo diminuiu as transferências do Orçamento do Estado para o SNS em 0,6%. Menos dinheiro para a saúde – por EUGÉNIO ROSA

ENTRE 2017 E 2018, OS GASTOS DO SNS AUMENTARAM EM 521 MILHÕES € (+5,4%), MAS AS TRANSFERÊNCIAS DO ORÇAMENTO DO ESTADO PARA O SNS DIMINUÍRAM EM 51 MILHÕES € A PRIVATIZAÇÃO CRESCENTE DO SNS DEVIDO AO AUMENTO DE AQUISIÇÃO DE

SE UM TRABALHADOR SE APOSENTAR OU REFORMAR COM 60 ANOS DE IDADE E 40 ANOS DE CONTRIBUIÇÕES SOFRE AINDA UM CORTE DE 38,5% NA SUA PENSÃO – por EUGÉNIO ROSA

O FATOR DE SUSTENTABILIDADE SÓ NÃO SE APLICA SE O TRABALHADOR AOS 60 ANOS DE IDADE TIVER PELO MENOS 40 ANOS COMPLETOS DE CONTRIBUIÇÕES. E MESMO NESTE CASO CONTINUA A SOFRER UM CORTE NA PENSÃO DE 0,5% POR CADA MÊS

SE UM TRABALHADOR SE APOSENTAR OU REFORMAR COM 60 ANOS DE IDADE E 40 ANOS DE CONTRIBUIÇÕES SOFRE AINDA UM CORTE DE 38,5% NA SUA PENSÃO – por EUGÉNIO ROSA

O FATOR DE SUSTENTABILIDADE SÓ NÃO SE APLICA SE O TRABALHADOR AOS 60 ANOS DE IDADE TIVER PELO MENOS 40 ANOS COMPLETOS DE CONTRIBUIÇÕES. E MESMO NESTE CASO CONTINUA A SOFRER UM CORTE NA PENSÃO DE 0,5% POR CADA MÊS

A SUSTENTABILIDADE DA SEGURANÇA SOCIAL SEGUNDO ANTÓNIO COSTA ESTÁ PIOR DO QUE EM 2008 E 2012, E RESPOSTAS A 4 PERGUNTAS FEITAS POR TRABALHADORES SOBRE A SEGURANÇA SOCIAL E A CGA – por EUGÉNIO ROSA

A SUSTENTABILIDADE DA SEGURANÇA SOCIAL SEGUNDO ANTÓNIO COSTA, E A EM 2008 E 2012 A PENSÃO MÉDIA CONTINUA MUITO BAIXA EM PORTUGAL, PRÓXIMA DO IAS (435,76€) Quadro 1 – Valor das pensões de velhice (total e novas) em Portugal –

A SUSTENTABILIDADE DA SEGURANÇA SOCIAL SEGUNDO ANTÓNIO COSTA ESTÁ PIOR DO QUE EM 2008 E 2012, E RESPOSTAS A 4 PERGUNTAS FEITAS POR TRABALHADORES SOBRE A SEGURANÇA SOCIAL E A CGA – por EUGÉNIO ROSA

A SUSTENTABILIDADE DA SEGURANÇA SOCIAL SEGUNDO ANTÓNIO COSTA, E A EM 2008 E 2012 A PENSÃO MÉDIA CONTINUA MUITO BAIXA EM PORTUGAL, PRÓXIMA DO IAS (435,76€) Quadro 1 – Valor das pensões de velhice (total e novas) em Portugal –

INVESTIMENTO INSUFICIENTE EM PORTUGAL DETERMINA DIMINUIÇÃO DA PRODUTIVIDADE, E SERVE DE JUSTIFICAÇÃO PARA BAIXOS SALÁRIOS. NO ENTANTO ATÉ JUNHO DE 2019 FICARAM POR UTILIZAR 9.974 MILHÕES € DE FUNDOS COMUNITÁRIOS – por EUGÉNIO ROSA

O STOCK DE CAPITAL FIXO (investimento) POR TRABALHADOR TEM DIMINUÍDO EM PORTUGAL E ESTÁ MUITO ABAIXO DA MÉDIA DA UNIÃO EUROPEIA CONTINUA EM 2019 A SER REDUZIDO O INVESTIMENTO PÚBLICO DEVIDO À OBSESSÃO DO DÉFICE ZERO Quadro 1 – Investimento

INVESTIMENTO INSUFICIENTE EM PORTUGAL DETERMINA DIMINUIÇÃO DA PRODUTIVIDADE, E SERVE DE JUSTIFICAÇÃO PARA BAIXOS SALÁRIOS. NO ENTANTO ATÉ JUNHO DE 2019 FICARAM POR UTILIZAR 9.974 MILHÕES € DE FUNDOS COMUNITÁRIOS – por EUGÉNIO ROSA

O STOCK DE CAPITAL FIXO (investimento) POR TRABALHADOR TEM DIMINUÍDO EM PORTUGAL E ESTÁ MUITO ABAIXO DA MÉDIA DA UNIÃO EUROPEIA CONTINUA EM 2019 A SER REDUZIDO O INVESTIMENTO PÚBLICO DEVIDO À OBSESSÃO DO DÉFICE ZERO Quadro 1 – Investimento

A EVOLUÇÃO DO PODER DE COMPRA DOS TRABALHADORES DO SETOR PRIVADO, A DIMINUIÇÃO DA PRODUTIVIDADE DEVIDO AO INVESTIMENTO PRIVADO E PÚBLICO SER INSUFICIENTE, E O AGRAVAMENTO DAS DESIGUALDADES NA DISTRIBUIÇÃO DA RIQUEZA PRODUZIDA NO PAÍS – por EUGÉNIO ROSA

EM 2 ANOS (2017/2018) O PODER DE COMPRA DA REMUNERAÇÃO LÍQUIDA AUMENTOU APENAS 2,5% (em média 10,5€ por mês) Quadro 1 – Variação das remunerações brutas e líquidas nominais e do poder de compra entre 2017/2019 O ESMAGAMENTO DA REMUNERAÇÃO

A EVOLUÇÃO DO PODER DE COMPRA DOS TRABALHADORES DO SETOR PRIVADO, A DIMINUIÇÃO DA PRODUTIVIDADE DEVIDO AO INVESTIMENTO PRIVADO E PÚBLICO SER INSUFICIENTE, E O AGRAVAMENTO DAS DESIGUALDADES NA DISTRIBUIÇÃO DA RIQUEZA PRODUZIDA NO PAÍS – por EUGÉNIO ROSA

EM 2 ANOS (2017/2018) O PODER DE COMPRA DA REMUNERAÇÃO LÍQUIDA AUMENTOU APENAS 2,5% (em média 10,5€ por mês) Quadro 1 – Variação das remunerações brutas e líquidas nominais e do poder de compra entre 2017/2019 O ESMAGAMENTO DA REMUNERAÇÃO

A PERGUNTA QUE MÁRIO CENTENO DEVIA TER FEITO MAS NÃO FEZ NO INQUÉRITO AOS TRABALHADORES DA FUNÇÃO PÚBLICA ERA A SEGUINTE: Qual é motivação que podem ter no trabalho se, depois de 4 anos deste governo, o seu poder de compra continua a ser inferior ao de 2009 em -13,2% (o dos médicos -17,1%), e face à degradação dos serviços devido à falta de trabalhadores e de investimento – por EUGÉNIO ROSA

Quadro 1 – A evolução das remunerações ilíquidas dos trabalhadores da Função Pública entre 2009/2019 Quadro 2 – Variação do Ganho Médio Líquido dos trabalhadores da Função Pública entre 2009/2019 Quadro 3 – Variação do poder de compra do Ganho

O CRESCIMENTO ECONÓMICO EM PORTUGAL, O AUMENTO DO CRÉDITO AO SETOR PÚBLICO, A REDUÇÃO DO CRÉDITO AO SETOR PRIVADO E AOS PARTICULARES, E OS LUCROS NUM SETOR EM CRISE E CADA VEZ MAIS DOMINADO PELA BANCA ESTRANGEIRA, por EUGÉNIO ROSA

O CRÉDITO À ECONOMIA E ÀS FAMÍLIAS NÃO TEM AUMENTADO, E A SUBIDA RESIDUAL DO CRÉDITO É DEVIDA AO CRESCENTE ENDIVIDAMENTO DAS ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS Quadro 1- A evolução do endividamento do setor não financeiro no período 2015/2019 A PERDA DE

O CRESCIMENTO ECONÓMICO EM PORTUGAL, O AUMENTO DO CRÉDITO AO SETOR PÚBLICO, A REDUÇÃO DO CRÉDITO AO SETOR PRIVADO E AOS PARTICULARES, E OS LUCROS NUM SETOR EM CRISE E CADA VEZ MAIS DOMINADO PELA BANCA ESTRANGEIRA, por EUGÉNIO ROSA

O CRÉDITO À ECONOMIA E ÀS FAMÍLIAS NÃO TEM AUMENTADO, E A SUBIDA RESIDUAL DO CRÉDITO É DEVIDA AO CRESCENTE ENDIVIDAMENTO DAS ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS Quadro 1- A evolução do endividamento do setor não financeiro no período 2015/2019 A PERDA DE