Letra e música: António de Sousa
Arranjo: José Fontes Rocha
Intérprete: Fernando Machado Soares* (in LP “Coimbra Tem Mais Encanto”, Philips/Polygram, 1986; CD “Fernando Machado Soares”, Philips/Polygram, 1988)
[instrumental]
Quando eu morrer, nem sequer Na campa uma cruz erguida! Para calvário, já basta A cruz que eu levo da vida.
Quando eu morrer, nem sequer Na campa uma cruz erguida!
[instrumental]
Quando eu morrer, rosas brancas Para mim ninguém as corte! Quem as não teve na vida Também as não quer na morte.
Quando eu morrer, nem sequer Na campa uma cruz erguida!
Letra e música: Popular (anterior ao século XVIII)
Arranjo: José Fontes Rocha
Intérprete: Fernando Machado Soares* (in LP “Coimbra Tem Mais Encanto”, Philips/Polygram, 1986; CD “Fernando Machado Soares”, Philips/Polygram, 1988)
[instrumental]
Coimbra, p’ra ser Coimbra, Três coisas há-de contar: Guitarras, tricanas lindas E um estudante a cantar.
Ó Portugal que mais queres Que mais podes desejar, Se tem tão lindas mulheres, O teu fado, o teu luar?
Dizem que amor de estudante Não dura mais que uma hora; Só o meu é tão velhinho E inda se não foi embora.