“Os acontecimentos”, de David Greig, vai ser levado a cena, no teatro da Politécnica, a partir de dia 11 de Fevereiro.
Tem tradução Pedro Marques e conta com a participação de Andreia Bento, João Pedro Mamede, Maria Jorge. No coro: Alexandra Pato, Carolina Dominguez, David Cipriano, Diana Narciso, Francisco Sousa, Gonçalo Ventura, Lara Matos, Marco Mendonça, Maria Manuel Pinheiro, Mia Tomé, Nuno Filipe Fonseca, Pedro Paz, Rita Liberal, Rodrigo Ribeiro, Sofia Fialho, Tomás Varela e ainda do coro da Universidade de Lisboa Mariana Camacho, Margarida Soares e Nuno Baptista.
Música de John Browne; Luz de Pedro Domingos; Cenografia e Figurinos de Rita Lopes Alves ; Apoio ao movimento Afonso Costa; Direcção Musical de Rui Rebelo; Assistência de encenação de Maria Jorge; Produção Executiva de Andreia Bento e Pedro Carraca; Encenação de António Simão.
Uma produção Artistas Unidos com o Apoio Creative Scotland
Após o espectáculo de 5ªf 19 de Fevereiro, haverá conversa com os espectadores
No Teatro da Politécnica de 11 Fevereiro a 14 de Março
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00
Reservas | 961960281
Sinopse:
A 22 de Julho de 2011, Anders Breivik matou 68 pessoas, a maioria adolescentes. David Greig escreveu “Os Acontecimentos” inspirado nestes acontecimentos. Até onde pode chegar o perdão?
OS ACONTECIMENTOS Dois actores e um coro contam a tragédia, a obsessão e o nosso desejo para compreender o incompreensível. A peça passa-se numa terra sem nome no rescaldo de uma atrocidade – um atirador entrou num ensaio do coro local e abriu fogo. Um ano após o tiroteio, Claire, que se escondeu do atirador na sala de música e testemunhou a morte à queima roupa de um dos cantores principais, luta para perceber o que viu. Torna-se obcecada com o atirador, entrevista a sua família e amigos, os políticos de extrema-direita a quem ele se associou e, numa emocionante cena final, o próprio atirador. Será ele louco ou um demónio? Ou apenas alguém zangado com uma arma? David Greig procura um retrato tanto do homem por trás da atrocidade como das suas vítimas. Encontramos ecos de Dunblane, dos bombardeamentos de Londres e de Columbine.