EXPOSIÇÃO DO PINTOR JOAQUIM BRAVO NO TEATRO DA POLITÉCNICA A PARTIR DE 11 DE FEVEREIRO

Lisboa pode ver, de novo, a obra do pintor Joaquim Bravo. É a partir de dia 11 de Fevereiro, no Teatro da Politécnica.10599567_10205732147881070_9216313168270941948_n

Joaquim Bravo (Évora, 1935 – Lisboa, 1990) expôs pela primeira vez em 1964, inaugurando a que viria a ser uma das mais decisivas galerias portuguesas, a 111 no Campo Grande. A sua influência doutrinária e a sua enorme capacidade de entusiasmo iriam marcar no início dos anos sessenta o grupo de pintores de Évora (Lapa, Palolo) e, nos anos 80, artistas como Xana e Cabrita Reis. Na sua morte, uma comovente homenagem foi-lhe prestada por um grupo enorme e variado de artistas que ia de João Vieira a Miranda Justo. A sua obra encontra-se dispersa num grande número de colecções particulares e institucionais.

Vão ser cinquenta desenhos, na sua maior parte inéditos, e algumas pinturas, com obras realizadas entre 1969 e 1989.  A exposição é comissariada por Jorge Silva Melo e pelo artista Xana.

A complementar Joaquim Bravo, de Novo vai estar a edição, pela Midas Filmes, do documentário Joaquim Bravo, Évora, 1935, Etc, Etc, Felicidades, de Jorge Siva Melo. Para reavivar a memória.

Voltar a ver, voltar a ver o que é sempre novo, voltar aos desenhos de Joaquim Bravo (1935/1990), “um viajante que viaja até ao fim.” (Helena de Freitas).

“…a pintura é uma arte solitária, pessoal. Todos concordam com isso mas, ao mesmo tempo, querem que, quando ela sai de casa, dance o vira com toda a gente. As minhas obras não são amistosas, não piscam o olho, não são bem temperadas, (…) , não quero levar o pequeno-almoço com uma pintura.” (numa entrevista a Helena de Freitas)

A exposição estará patente até 14 de Março, de 3ª a 6ªf eira, das 17h00 e aos sábados, . das 15h00 até ao final do espectáculo.

JB8

FOTO LUIS DE CAMPOS

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