Abriu a caça ao pato-bravo, nós.
Já começaram a limpar as armas e a escolher os chamarizes.
O alvo somos nós, querem- nos fazer cair que nem patinhos, ou tordos, com chumbo grosso.
O pior é que a experiência passada fá-los esperar que a caçada lhes volte a correr de feição.
E correrá, se nos comportarmos como presas.
A direita é a direita, dela nada há a esperar – que não seja a perpetuação oligárquica do domínio de poucos para se apropriarem do bem público fazendo-o seu, custe o que custar. Direita que nem nacional é capaz de ser, mera serva da potência estrangeira.
A esquerda é o problema – ai, a esquerda – que não consegue ser o que é, ou devia ser, simplesmente esquerda. Força de liberdade, democracia e justiça social, de quem se preocupa com a felicidade e a vida das pessoas, mais do que com a propriedade.
O problema é a esquerda que governa fazê-lo como direita e outra esquerda querer – narcísica – apenas gritar protestos, por recear o peso de governar (escolher, decidir, agir).
Assim vamos, ordeiramente, para o abate.


Excelente -adorei -somos mesmo uns patinhos ,mas bem feios -Obrigada -Maria