A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Mudar a vida e transformar o mundo, dois objectivos que o século XIX nos legou pelas vozes de um rapazito francês e de um barbudo alemão, continuam a ser metas por alcançar. O jovem deixou-nos um mapa poético que ensinava a descer ao Inferno e a regressar purificado, enquanto o barbaças nos traçou um itinerário que ia das trevas de minas e insalubres naves industriais, onde máquinas a vapor marcavam o ritmo cardíaco, ao prado verdejante de uma terra sem amos. Os mapas estavam errados?