Na Fundação Calouste Gulbenkian dia 9 de Setembro 2015 às 18:30 Pachamama, a Lei da Mãe-Terra

Quarta, 9 set 2015  |  18:30

Casa-Arquivo (Jardim Gulbenkian)

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Pachamama, a Lei da Mãe-Terra

Próximo Futuro

Conversa
Convidados:

Aurora Carapinha (Portugal) é professora auxiliar do Departamento de Paisagem, Ambiente e Ordenamento da Escola de Ciências e Tecnologia da Universidade de Évora. Coordena a linha de investigação de Paisagem e Estética da Paisagem. É diretora do curso de Doutoramento de Artes e Técnicas da Paisagem da Universidade de Évora.

Juan Marchena Fernandez (Espanha) é professor catedrático e diretor da Área de História de América da Universidad Pablo de Olavide Departamento de Geografia, História e Filosofia. Diretor da revista de estudos latino-americanos Americanía, Universidad Pablo de Olavide (Sevilha).

Viriato Soromenho-Marques (Portugal) é professor catedrático na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, regendo as cadeiras de Filosofia Social e Política e de História das Ideias na Europa Contemporânea (licenciatura). Coordena, igualmente, o mestrado em Filosofia da Natureza e do Ambiente.

A Lei da Mãe Terra, aprovada a 21 de Junho de 2012 pelo senado boliviano, tem como objetivo promover o desenvolvimento integral em harmonia e equilíbrio com a natureza, assegurando a continuidade da capacidade de regeneração dos componentes e sistemas de vida da Mãe Terra e a recuperação e fortalecimento do conhecimento local e conhecimentos ancestrais. Os direitos da Mãe Terra são uma declaração universal, promovida pelo presidente Evo Morales, para a preservação popular do planeta Terra. Uma lei que introduz a conceção indígena ancestral da Terra/Natureza como ser vivo, com direitos. O texto legal confere à Terra o caráter de sujeito coletivo de interesse público, a fim de garantir os seus direitos.

Mais informações em www.proximofuturo.gulbenkian.pt

Entrada livre

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