Ah, a ida à feira! Que expectativa, que projectos, que nervoso miudinho!
O menino esperava cada primeiro domingo do mês. O resto do tempo a vida era uma pasmaceira. Era ir e vir da escola, era pôr a cabra a pastar no pasto, dar comida às galinhas e ajudar o pai em pequenos trabalhos agrícolas. Em alturas especiais, podia ir ao café da vila e ver um pouco de televisão.
Tinha um sonho: comprar aquele canivete, grande e luzidio, que vira na feira, no mês passado. Andou a juntar os tostões que foi encontrando, o Sr. Dr. deu-lhes umas moedinhas por lhe ter lavado o carro. Espera que seja o suficiente para que ele seja seu. Já antevê o gozo de o ter na mão, de descascar as maçãs, devagarinho, cortando fatias bem fininhas que irá mordiscando. Já antevê a inveja dos colegas da escola. Não sabe é se a mãe aprovará, ou se achará que ele ainda não tem idade para ter um canivete tão grande… Bem, o melhor é esconde-lo o mais que puder!
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