Posts Tagged: fotografia

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (182)

O PORTO EM IMAGENS (27)             DIVULGAÇÃO      

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (182)

O PORTO EM IMAGENS (27)             DIVULGAÇÃO      

CARTA DE VENEZA – ARES DE BIENAL – por Vanessa Castagna

Inaugurou-se na semana passada a 57ª Exposição de Arte de Veneza (Bienal Arte 2017), intitulada Viva Arte Viva, em que Portugal participa com o projeto Medida Incerta de José Pedro Croft. A exposição portuguesa apresenta seis esculturas monumentais constituídas por

CARTA DE VENEZA – ARES DE BIENAL – por Vanessa Castagna

Inaugurou-se na semana passada a 57ª Exposição de Arte de Veneza (Bienal Arte 2017), intitulada Viva Arte Viva, em que Portugal participa com o projeto Medida Incerta de José Pedro Croft. A exposição portuguesa apresenta seis esculturas monumentais constituídas por

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (181)

O PORTO EM IMAGENS (26)   Ali, junto ao mar da Foz há quase oito anos!       Terminal Rodoviário do Campo 24 de Agosto   Arquiteto Francisco Sousa Rio orienta visita virtual à frente marítima do Porto “A

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (181)

O PORTO EM IMAGENS (26)   Ali, junto ao mar da Foz há quase oito anos!       Terminal Rodoviário do Campo 24 de Agosto   Arquiteto Francisco Sousa Rio orienta visita virtual à frente marítima do Porto “A

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (98)

VIVA O PORTO     Na minha cidade Nasce o Norte insubmisso E gente de rostos rugosos Falando com impropérios Nasce o regionalismo com viço E com a sua luz, nos belos invernos chuvosos Também nascem os mistérios A minha

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (98)

VIVA O PORTO     Na minha cidade Nasce o Norte insubmisso E gente de rostos rugosos Falando com impropérios Nasce o regionalismo com viço E com a sua luz, nos belos invernos chuvosos Também nascem os mistérios A minha

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (180)

ALMINHAS (5) Eu (…) a todos tirava o chapéu, e também a capelinhas, nichos de almas (…), que serpenteiam o caminho. (Aquilino Ribeiro – O Malhadinhas) As alminhas são a mais singular forma que o povo cristão encontrou para lembrar

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (180)

ALMINHAS (5) Eu (…) a todos tirava o chapéu, e também a capelinhas, nichos de almas (…), que serpenteiam o caminho. (Aquilino Ribeiro – O Malhadinhas) As alminhas são a mais singular forma que o povo cristão encontrou para lembrar

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (97)

O NOSSO SALITRE E O NOSSO SOL   Nasci na Foz Na rua do Monte da Luz Encostado a Gondarém Sou Manteigueiro com voz Irmão dos vareiros de truz Não os olho com desdém. Para lá do castelo Da Corguinha

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (97)

O NOSSO SALITRE E O NOSSO SOL   Nasci na Foz Na rua do Monte da Luz Encostado a Gondarém Sou Manteigueiro com voz Irmão dos vareiros de truz Não os olho com desdém. Para lá do castelo Da Corguinha

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (179)

ALMINHAS (4) As Alminhas, poética devoção da alma cristã portuguesa, são verdadeiramente estigmas da piedade e religiosidade portuguesa. (Pde. Francisco Babo em «Alminhas» Padrões de Portugal Cristão) Na Freguesia de Cedofeita, encontrei três desses Monumentos .        

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (179)

ALMINHAS (4) As Alminhas, poética devoção da alma cristã portuguesa, são verdadeiramente estigmas da piedade e religiosidade portuguesa. (Pde. Francisco Babo em «Alminhas» Padrões de Portugal Cristão) Na Freguesia de Cedofeita, encontrei três desses Monumentos .