AJUDA AOS “MIGRANTES”: COMPAIXÃO OU COLABORAÇÃO? – por PIERRE-ÉMILE BLAIRON

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Ajuda aos « migrantes  »: compaixão ou  colaboração?

 

Pierre-Émile Blairon,  Aide aux « migrants » :compassion ou collaboration ?

publicado por Boulevard Voltaire, 8 de Agosto de 2015

 

Uma luta também se ganha com as palavras: um ‘migrante’ é nada mais do que um imigrante ilegal. Uma destas oficinas vindo em  auxilio aos  “migrantes” publica um “anuário dos actores  associativos e institucionais” de  várias centenas de entradas desta nebulosa das organizações (de que a maioria dos seus dirigentes veio da  extrema-esquerda) colocadas  à disposição dos imigrantes ilegais.

Conhecemos a eficácia desta rede, tanto mais quanto é patrocinada  e financiado pela nossas estruturas «Republicanas» do Estado. Pode-se pois  ficar  surpreendido  ao encontrar a menção de veneráveis instituições como a Cruz Vermelha francesa (fundada pelo Marechal Philippe Pétain em 4 de agosto de 1940, sob o seu nome actual) ou o  Socorro Católico (fundado pelo Abbé Rodhain, abertamente partidário de Pétain, condecorada  com a Ordem do Francisco), cuja vocação  original era vir  ajudar os franceses em dificuldade. Estas associações tradicionais não tinham outra finalidade do que compaixão. Uma bizarra  ironia  da História. Infiltrados  pela esquerda, elas encontram-se na vanguarda da luta anti-francesa,  de preferência estrangeira, dando  todos os meios legais e ilegais, sobretudo ilegais, àqueles que irão  substituir   os nossos povos europeus, com a bênção dos nossos governantes. A estas pessoas, chamava-se sob a ocupação alemã  “os colaboradores”.

Estes militantes iluminados deixaram de ter referências do solo ao qual devem estar ligados, nem de sangue ao qual pertencem e julgam-se investidos de uma missão universalista; vão enfrentar a sujidade, os insultos, as violências (há  alguns dias, na Itália, três clandestinos egípcios agrediram  o responsável de um centro de acolhimento e violaram  a sua empregada), abandonando deliberadamente os nossos pobres que sofrem. Com efeito, de acordo com um inquérito de 2012 efectuado pela Direcção da investigação, estudos,  avaliação e estatísticas (DREES), 40 % dos SDF “de língua francesa” não recebem nenhuma ajuda, enquanto que a quase totalidade “dos migrantes”   ficam a cargo da  armada das associações de acolhimento dos estrangeiros.

É que os nossos bons samaritanos estão convencidos de se responsabilizarem por toda  a miséria do mundo. O preço de passagem clandestino a bordo de um barco atinge em média  3.000 euros. Ou estas pessoas não estão na miséria, ou o seu trajecto é pago por organismos privados ou estatais; mas, neste caso,  quais? Qual o francês que poderia oferecer a si próprio uma viagem assim? É necessário também saber que muitos  djihadistas poderiam ser presentes entre os gentis requerentes de asilo, de acordo com Gilles de Kerchove, o coordenador da União europeia para a luta contra o terrorismo.

Se a Grande Substituição não é  uma fantasia, o Grande Suicídio – o etno-masoquismo  – das nossas populações europeias também o não é.  Quando estes voluntários inconscientes tiverem entre os seus parentes uma pessoa degolada ou vítima de um atentado, não poderão invocar a cláusula da ignorância. Serão  então   cúmplices.

Ver o original em:

http://www.bvoltaire.fr/pierreemileblairon/aide-aux-migrants-compassion-collaboration,198410

 

 

Pierre-Émile Blairon réside près d’Aix-en-Provence. Il partage ses activités littéraires entre deux passions :

  • La Provence : il anime la revue Grande Provence, il a écrit deux biographies sur deux grands provençaux : « Jean Giono » et « Nostradamus » et Le Guide secret d’Aix-en-Provence.
  • Les spiritualités traditionnelles : il anime la revue « Hyperborée » qui se consacre à l’histoire spirituelle du monde et à son devenir. « La Roue et le sablier » résume la vue-du-monde de l’auteur et des collaborateurs de la revue.

 

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