De 1870 a1970, ao lado de autores destacados na História Literária, emergem personalidades basilares da ficção: de Júlio Dinis e Fialho a Redol e Herberto Hélder, certos modos do realismo permanecem e vão diferenciar-se, num discurso narrativo novo, plurifacetado. O Livro do Desassossego,1913-(35-)82, tem traços dessa diferenciação, que se antevê em António Patrício, Régio, Irene Lisboa, etc. E culmina, como modernidade plena, em Agustina e V. Ferreira, refinando-se em Bolor, 1968, de Abelaira, e Não Há Morte Nem Princípio, 1969, de Mário Dionísio, até Finisterra, 1978, de C. de Oliveira, sem esquecer O Físico Prodigioso, 1977, de Sena.