ASSINALEMOS O FACTO DE TER PARADO A EXPLORAÇÃO DE PETRÓLEO NO ÁRTICO por clara castilho

No dia 28 de Setembro, a Shell anunciou sua saída do Árctico e se prepara para baixas contábeis de bilhões de dólares após seus esforços de exploração de óleo não obterem descobertas significativas na região.

Two swimmers backed by 2 rhibs launched from the Greenpeace ship MY Esperanza jump in the Pacific Ocean in front of Shell’s subcontracted drilling rig, the Polar Pioneer, holding a floating banner that reads “People Vs Oil”. Meanwhile, the radio operator from the MY Esperanza warns the Polar Pioneer that swimmers are floating ahead of them, communicates the nature of the protest and requests that they slow down or change course.
Two swimmers backed by 2 rhibs launched from the Greenpeace ship MY Esperanza jump in the Pacific Ocean in front of Shell’s subcontracted drilling rig, the Polar Pioneer, holding a floating banner that reads “People Vs Oil”. Meanwhile, the radio operator from the MY Esperanza warns the Polar Pioneer that swimmers are floating ahead of them, communicates the nature of the protest and requests that they slow down or change course.

Para o diretor executivo do Greenpeace Internacional, Kumi Naidoo, este é um dia definitivo para o Ártico. “É uma grande vitória para milhões de pessoas que se levantaram contra a Shell e um desastre para outras companhias petrolíferas com interesses na região. A Shell apostou alto e perdeu alto, tanto em termos de custo financeiro quanto em reputação pública. Esse se tornou o projeto de petróleo mais polêmico no mundo, e apesar de sua arrogância, a Shell foi forçada a ir embora sem nada”, declarou Kumi.

Segundo ele, é hora de tornar os mares do Ártico proibidos para as empresas petrolíferas. “Esta pode ser a melhor oportunidade que temos para criar uma proteção permanente para o Ártico e fazer a transição para energias renováveis.Se estamos falando sério sobre lidar com as mudanças climáticas, teremos de mudar completamente nossa forma atual de pensar. Perfurar o Ártico, que está derretendo, não é compatível com essa mudança”, afirmou.

Agora, nossa luta continua pela criação de um santuário, pela proibição da pesca industrial predatória e também da exploração de petróleo no mar da região. “A campanha do Greenpeace para salvar o Ártico vai continuar com mais paixão e resistência. Estamos em campanha por um santuário protegido em águas internacionais ao redor do Pólo Norte e esperamos que essa visão esteja um passo mais perto depois de hoje “, completou Kuni.

 

 

 

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