LIVRO&LIVROS – LANÇAMENTO de “O FEDELHO EXUBERANTE – UMA CRÓNICA FAMILIAR PEQUENO-BURGUESA NO PÓS-GUERRA”, de MÁRIO BEJA SANTOS – HOJE, 18 de NOVEMBRO, pelas 18 horas, no MUSEU DA FARMÁCIA.

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O fedelho exuberante

 

O Fedelho Exuberante – Uma crónica familiar pequeno-burguesa no pós-guerra é o novo livro de Mário Beja Santos.

A sessão de lançamento realiza-se amanhã, dia 18, pelas 18:00 horas, no Auditório do Museu da Farmácia.

Uma hora antes, terá lugar uma visita guiada ao Museu.

A obra, que tem uma forte componente autobiográfica, será apresentada pelo autor.

 

Sinopse: Foram os Anos de Chumbo, reza a historiografia que proscreve a era do Estado Novo. Éramos ensinados num Portugal de grandezas, sob a apologia da modéstia digna, de cada um no seu lugar. Os que viviam no Bairro Social de Alvalade conheciam as distinções dos que viviam na Avenida dos Estados Unidos da América, do Bairro de S. Miguel e até do Bairro das Estacas. Havia a confluência entre os que vinham dos arrabaldes e não tinham escola, e a pequenada do bairro, filhos e netos de um pequeno funcionalismo.

Temos aqui uma crónica familiar e de costumes. As matrizes do fedelho: D.ª Ângela Costa, fazendeira e senhora de sobrados, no Cuanza Norte; a filha que ela adotou, quando a menina tinha dois meses, e que tratou como uma princesa; e D.ª Anita, vinda das Pedras Salgadas para Lisboa, mulher de industrial conserveiro. Foram as suas madres tutelares. Lisboa expandia-se, era a irrequietude à volta de um pós-guerra benigno. Na escola, não só Portugal era grande como grande era a literatura, e devíamos estar agradecidos a viver em segurança, pertencer a uma nação respeitada em todo o mundo.

É neste berçário que se vai formar o fedelho, e daí um olhar um tanto emotivo mas buscando rigor no registo de uma sociedade que ia ganhando mais sonhos. Sem estes Anos de Chumbo não é concebível imaginar tudo quanto se passou na prodigiosa década de 1960 e vislumbrar Abril.

 

Mário Beja Santos nasceu em Lisboa, em 1945. Licenciado em História, foi alferes miliciano de infantaria na Guiné, de 1968 a 1970.  Toda a sua vida profissional, entre 1974 e 2012, esteve orientada para a política dos consumidores. É autor de mais de três dezenas de títulos relacionados com as temáticas da política dos consumidores. Foi professor do ensino superior; colaborou durante mais de duas décadas em emissões radiofónicas ligadas à defesa do consumidor; foi autor e apresentador de programas televisivos e teve uma participação ativa no consumerismo europeu. Colabora em blogues e revistas digitais, na imprensa diária e regional.  Alguns dos seus últimos livros são dedicados à Guiné: Diário da Guiné – Na Terra dos Soncó; Diário da Guiné – O Tigre Vadio; Mulher Grande; A Viagem do Tangomau; Adeus, até ao meu regresso, um levantamento da literatura sobre e de combatentes na Guiné, e Da Guiné Portuguesa à Guiné-Bissau: Um Roteiro escrito em colaboração com Francisco Henriques da Silva. Continua a investigar na área da política dos consumidores, tendo publicado recentemente Profetas do Consumo e, em 2015, De Freguês a Consumidor, 70 Anos da Sociedade de Consumo e a História da Defesa do Consumidor em Portugal. No que respeita à sua participação cívica e associativa, mantém-se ligado à problemática dos direitos dos doentes e da literacia em saúde, domínio onde já escreveu algumas obras orientadas para o diálogo dos utentes de saúde com os respetivos profissionais, matérias em que continua a trabalhar, ao nível de artigos e livros. Tem presentemente no prelo História(s) da Guiné Portuguesa.

 

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Paula Teller

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