A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Uma série da autoria de José Brandão sobre suicidas famosos em Portugal por nós publicada, tem colhido grande número de visualizações. É um tema recorrente que o grande humanista basco, Miguel de Unamuno, ao estudar a Alma portuguesa, não deixou de abordar. Seremos, de facto, um país de suicidas? Será a nostalgia do fado um sintoma da angústia de viver e de saudade de uma não-existência que um precipício, um tubo de comprimidos, ou um revólver nos podem proporcionar? Ou será um mito, como aquele que o conceito de saudade contido num vocábulo, só existe na nossa língua?