A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
É uma história recorrente: sempre que se abre uma estrada, surgem bandos que se especializam a assaltar quem nela transita. A palavra, estrada entre o raciocínio e a prática desse raciocínio, talvez o maior invento da Humanidade (sem a palavra, não seriamos sequer seres humanos), particularmente desde que passou a poder ser registada, serve para criar textos sagrados, poemas divinais e ladridos como os que Hitler vomitava. As estradas que o Império romano construiu, facilitando o trânsito de pessoas e mercadorias, serviram para que bandos de ladrões se especializassem em assaltar quem as percorria, as vias marítimas abertas pelos Descobrimentos, tiveram como contrapartida a criação de navios piratas, que assaltavam, roubavam, matavam, As ligações aéreas foram vitimas, sobretudo de desvios de rotas para fins políticos. Enfim, a criação de caminhos, implica o aparecimento de assaltantes especializados.
Além do costumeiro preciosismo do texto, os dados históricos, assim como as críticas, são muito oportunos na época que estamos vivenciando.
Parabéns!