| // Sexta-feira, 8 de Julho, 18h30
Nesta sessão de «histórias da História», Sebastião Lima Rego vem contar-nos a extinção, por votação na Assembleia Nacional, da III República Francesa a 10 de Julho de 1940. |
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// Domingo, 10 de Julho, 15h30
Para o mês de Julho, preparámos uma série de oficinas de fabrico de propaganda contra as fronteiras, o racismo, a xenofobia, pelo internacionalismo e a livre circulação.
– 10 de Julho: Gravura em t-shirts com Eupremio Scarpa
– 24 de Julho: Desenhar autocolantes com Pedro Rodrigues
Número máximo de participantes: 10.
Para todos a partir dos 6 anos. |
// Segunda-feira, 11 de Julho, 18h30
Continua a leitura comentada, com projecção de imagens, de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Vamos na 4ª parte, «Durante as grandes tempestades». Quem lê o 2º capítulo, «As pontes cortadas», é Manuela Torres.
ATENÇÃO, estamos a fazer uma campanha de angariação de fundos para a reedição de A Paleta e o Mundo. Vejam aqui como contribuir.
Segunda-feira, 11 de Julho, 21h30
Na segunda sessão do ciclo de cinema ao ar livre* «Fronteiras», projectamos Terminal de aeroporto (The Terminal, 2004, 128’) de Steven Spielberg, apresentado por João Pedro Bénard.
Ao longo de 13 sessões, de Julho a Setembro, a Casa da Achada vai mostrar 15 filmes onde as fronteiras têm um papel importante. São, quase na totalidade, filmes de ficção de países diferentes que apresentam as dificuldades de passar uma fronteira (e de lá ficar retido), as fronteiras na II Guerra Mundial, fronteiras por cima e por baixo da terra, o racismo e a xenofobia muitas vezes presentes.
Por ser Verão, o ciclo será ao ar livre, na Rua da Achada. Há mantas para os dias mais frios e se chover a projecção é feita dentro da Casa da Achada. A entrada é livre, todos os filmes em língua estrangeira são legendados, e há sempre uma apresenção e espaço para uma conversa.
* se estiver a chover, a projecção é feita dentro da Casa da Achada. |
TRÊS EXPOSIÇÕES DE MÁRIO DIONÍSIO FORA DA CASA DA ACHADA:
- «PASSAGEIRO CLANDESTINO – MÁRIO DIONÍSIO 100 ANOS»
Museu do Neo-Realismo, Vila Franca de Xira
Até 26 de Fevereiro de 2017
Horário: 3ª a 6ª das 10h às 18h, sábados e domingos das 10h às 19h.
«Com a curadoria de António Pedro Pita, a exposição fará a retrospetiva da obra do Poeta, ensaísta e pintor, que foi um dos teorizadores mais importantes do movimento literário neorrealista nos anos 40, sendo assinalável a sua regular colaboração em jornais e revistas literárias da época, como Presença, Altitude, Revista de Portugal, Seara Nova, Vértice, entre outras.
Poeta de combate e de intervenção, Mário Dionísio, que nos deixou uma diversificada bibliografia no plano da ficção, do ensaio e da poesia, teve, com um bom acolhimento da crítica da especialidade, a sua primeira exposição individual apenas em 1989.»
Colóquio: «Mário Dionísio intectual» com João Madeira, David Santos e Luís Augusto Costa Dias e apresentação do catálogo da exposição (9 de Julho, 16h).
- «MÁRIO DIONÍSIO – VIDA E OBRA» / «MÁRIO DIONÍSIO – PINTURA»
Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, Guarda
Inauguram: 12 de Julho, 18h. Até 26 de Agosto.
Horário: 2ª e sábado das 14h às 18h, 3ª a 6ª das 10h às 19h.
Actividades: Colóquio «Idade terceira» com Ana Deus e Regina Guimarães (12 de Julho, 18h), conferência «O pensamento de Mário Dionísio» com António Pedro Pita (14 de Julho, 18h), projecção de 2 horas na vida de uma mulher de Agnès Varda (23 de Julho, 21h15).
ACONTECE, NA CASA DA ACHADA:
- PROJECÇÃO DE MORANGOS SILVESTRES
Sábado, 9 de Julho, 21h30
Inserido no ciclo de cinema «Sair» do projecto «Arte por São Cristóvão», que tem como objectivo a angariação de fundos para a reabilitação da nossa vizinha Igreja de São Cristóvão, acolhemos a projecção do filme Morangos silvestres (1957, 93′) de Ingmar Bergman.
Organização: Câmara Municipal de Lisboa, Orçamento Participativo e Paróquia de São Cristóvão e São Lourenço.
NO NOSSO HORÁRIO DE ABERTURA* HÁ:
- EXPOSIÇÃO «LISBOA ACIMA, LISBOA ABAIXO – LISBONNE: LECTURE D’UNE VILLE»
Até 22 de Agosto
Uma cidade como que «sentada à beira do tempo», semelhante a nenhuma outra na Europa, uma cidade à parte, ambientes macios, uma vida.
História, terramoto, Revolução.
Uma cidade sensível, que, como a água a dormir, esconde a sua memória. A luz dos azulejos de um azul celeste como grafitis eternos.
Pode dizer-se de Lisboa tudo e o seu contrário. Os habitantes dirão muito menos. Então vamos ler a cidade: a arte de nela morar e de a compreender.
Pela escrita, pelo desenho ou a pintura mural.
Lisboa causa espanto. Os habitantes pensam assim, é a cidade que o faz. Daí este caminhar, este itinerário entre a discrição de uns e a complexidade do conjunto.
Autores da exposição: Jean-Luc Le Douarec, francês, jornalista (textos); Alain Campos, francês, pintor (imagens).
- BIBLIOTECA E MEDIATECA DA ACHADA
A Biblioteca Pública da Achada tem secções de Literatura, Arte, Cinema, Teatro, História, Ciência, Literatura Infanto-Juvenil, etc… Pode-se ler no local ou requisitar livros.
Na Mediateca estão disponíveis os filmes que temos vindo a projectar nos nossos ciclos de cinema.
O catálogo da Biblioteca e Mediateca está disponível na internet, aqui.* 2ª, 5ª e 6ª feiras, das 15h às 20h
sábados e domingos, das 11h às 18h
EM QUALQUER DIA, COM MARCAÇÃO, É POSSÍVEL CONSULTAR:
- CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO
Constituído pelo arquivo de Mário Dionísio e pela sua biblioteca e de Maria Letícia Clemente da Silva (mais de 6000 volumes e mais de 200 publicações periódicas).
O catálogo pode ser consultado na internet, aqui.
QUEM QUER EXPERIMENTAR TEATRAR?
- GRUPO DE TEATRO DA ACHADA
Quem quer experimentar usar a voz e o corpo para dizer coisas com ou sem palavras? O grupo, com F. Pedro Oliveira, ensaia habitualmente todas as terças-feiras às 21h. É só aparecer e participar.
QUEM QUISER E PUDER PODE AJUDAR A CASA DA ACHADA:
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