Andamos cheios de calor a arrastar o corpo mole que sonha com um belo banho do mar, com uma boa praia, ou simplesmente ficar em casa no seu sossego, na sua tranquilidade, no seu silêncio com a sua família.
Mas acontece que desde quinta-feira na minha mente se instalaram as imagens do atentado de Nice…não se pode mostrar medo, é preciso enfrentar o terrorismo, a forma mais bárbara da violência, mas como?
A Violência não se anuncia, torna-se num segundo uma realidade!
A história da violência é intemporal, todas as sociedades se depararam com esta realidade e todas elas foram encontrando a justiça que melhor lhes conviesse.
Mudam-se os tempos, mudam-se as justiças, mas não se muda a necessidade do bem-estar, mas não se muda a vontade de alguns viverem contra outros.
Não se tem mudado a necessidade de matar aquele que é estranho, que não pensa, que não reza, que não se veste, que não educa como nós.
Não há pensamento mágico que resolva a violência.
Depois de um ataque terrorista reforça-se a segurança policial, ainda bem.
Que bom alguém, que não nós, vai tomar medidas para que a violência não se repita. Ficamos tranquilos. As forças de segurança nacionais e internacionais juntam-se na troca de informações, nas prisões dos terroristas, nas condenações judiciais.
Mas, não consta que em alguns Estados, dos Estados Unidos, não continue a haver quem mate e seja condenado com pena de morte ou prisão perpétua!
Não são as condenações que param o terrorismo.
Será que vivemos todos no mesmo “tempo”? Será que todos temos o mesmo conceito de respeito mútuo entre os povos?
Serão os terroristas mais violentos do que nós, ou usam a violência de maneira diferente? Haverá condições sociais e culturais para mediar terroristas e não terroristas? O que faz matar?
Ninguém nasceu para ser terrorista, ninguém nasceu para ser vítima de ataques terroristas!
Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito.
…..” Não são as condenações que param o terrorismo. Será que vivemos todos no mesmo “tempo”? Será que todos temos o mesmo conceito de respeito mútuo entre os povos? Serão os terroristas mais violentos do que nós, ou usam a violência de maneira diferente? Haverá condições sociais e culturais para mediar terroristas e não terroristas? O que faz matar? Ninguém nasceu para ser terrorista, ninguém nasceu para ser vítima de ataques terroristas! *Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito*.”
*Excelente -subscrevo -Maria * Albert Einstein
No dia 16 de julho de 2016 às 16:00, A Viagem dos Argonautas escreveu:
> claracastilho posted: ” Andamos cheios de calor a arrastar o corpo mole > que sonha com um belo banho do mar, com uma boa praia, ou simplesmente > ficar em casa no seu sossego, na sua tranquilidade, no seu silêncio com a > sua família. Mas acontece que desde quinta-feira na minha m” >
…..” Não são as condenações que param o terrorismo. Será que vivemos todos no mesmo “tempo”? Será que todos temos o mesmo conceito de respeito mútuo entre os povos? Serão os terroristas mais violentos do que nós, ou usam a violência de maneira diferente? Haverá condições sociais e culturais para mediar terroristas e não terroristas? O que faz matar? Ninguém nasceu para ser terrorista, ninguém nasceu para ser vítima de ataques terroristas! *Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito*.”
*Excelente -subscrevo -Maria * Albert Einstein
No dia 16 de julho de 2016 às 16:00, A Viagem dos Argonautas escreveu:
> claracastilho posted: ” Andamos cheios de calor a arrastar o corpo mole > que sonha com um belo banho do mar, com uma boa praia, ou simplesmente > ficar em casa no seu sossego, na sua tranquilidade, no seu silêncio com a > sua família. Mas acontece que desde quinta-feira na minha m” >