Em Agosto passado, no decorrer dos Jogos Olímpicos, realizados no Rio de Janeiro, foi pela primeira vez prestada homenagem oficial às vítimas do «massacre de Munique», em Setembro de 1972.O «Setembro Negro».
Decorriam os Jogos Olímpicos de Verão na capital da Baviera, quando, em 5 de Setembro de 1972, o mundo foi surpreendido pela notícia de que onze elementos da equipa olímpica do Estado de Israel tinham sido tomados como reféns por um grupo palestiniano auto-designado «Setembro Negro». O grupo terrorista exigia a libertação de prisioneiros palestinianos, condição que o governo de Golda Meir recusou liminarmente. Uma tentativa de libertação dos reféns levada a cabo por mal preparadas forças de intervenção da polícia alemã, teve como resultado a morte de todos os atletas, além de cinco terroristas e de um agente das forças policiais.
Este acontecimento é também conhecido como a Tragédia, ou Massacre de Munique.
Tragédia, massacre, o 6 de Setembro de 1972 inaugurava uma nova forma de actuação do fundamentalismo islâmico, baseada no terror e que teria o seu apogeu em 11 de Setembro de 2001, com o atentado de Nova Iorque. Numerosas sequelas, transformaram, aos olhos dos não seguidores do Corão em demónios; afinal, grande maioria dos islamitas são trabalhadores, pobres diabos que acreditam em Maomé, como podiam acreditar em qualquer dos outros embustes do mesmo tipo. Quem não crê em 72 virgens de prémio aos «heróis» que se imolam, matando a esmo quem estiver por perto, quem não acredite em pastorinhos (já agora, quem não creia nos pakemones), ou seja , quem não creia nos malditos clérigos que incitam ao crime, quem não creia que os judeus – por terem sido vítimas de um crime monstruoso, tenham o direito de se converter em criminosos e em ocupantes de territórios alheios, quem não creia nos sacerdotes pedófilos… Enfim, quem não use mesquitas, igrejas ou sinagogas como antros de crime, quem não creia em crenças, essa sim, é uma pessoa de fé, Cruzadas, autos de fé, massacres de Munique, soluções finais, são crimes- crimes que nenhum ente superior castigará.
Os homens de fé têm de se unir e fazer justiça.
