A ESCOLA DA NOITE – CONFERÊNCIA de JOSÉ AUGUSTO CARDOSO BERNARDES – HOJE, 17 de NOVEMBRO, pelas 18 horas, na BIBLIOTECA GERAL DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA.

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Cara/o amiga/o,

“Embarcação do Inferno”, a nossa co-produção com o Cendrev que estreou em Coimbra na passada semana, começa agora a receber também o público escolar da região.
No âmbito da programação associada à temporada no TCSB, destaca-se ainda a conferência de José Augusto Cardoso Bernardes, o “Dia do Professor” e a oficina para professores, que decorrerá entre 24 e 26 de Novembro.
As sessões para o público em geral continuam até 4 de Dezembro, de quinta a domingo.

Faça-nos companhia!

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“Gil Vicente no seu tempo e no nosso tempo” é o título da conferência que José Augusto Cardoso Bernardes proferirá na próxima quinta-feira, 17 de Novembro, pelas 18h00, na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra. Com entrada gratuita, a iniciativa faz parte da programação associada à temporada em Coimbra do espectáculo “Embarcação do Inferno”, de Gil Vicente, que A Escola da Noite e o Cendrev estão a apresentar no Teatro da Cerca de São Bernardo.

José Bernardes, professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e actual director da Biblioteca Geral, é um dos mais conceituados especialistas na obra de Gil Vicente. Acompanha o trabalho d’A Escola da Noite desde o início da companhia e assume uma vez mais neste projecto o lugar de consultor científico.  No texto que escreveu para o programa do espectáculo, Bernardes realça a passagem dos 500 anos sobre a primeira apresentação da mais conhecida peça vicentina (também conhecida como “Auto da Barca do Inferno) e fala da necessidade de um “esforço de compreensão histórica”. Afirma, sobre este espectáculo em concreto: “pela mão qualificada, segura e inventiva da Escola da Noite e do Centro Dramático de Évora, ficamos em condições de problematizar temas de sempre: Morte e Vida, Mal e Bem, Ter e Poder. E, para tal, nem sequer precisamos de sair completamente do século XXI. Com os pés assentes no nosso tempo, bastará alongar o ouvido e apurar a visão para escutar a sensibilidade e a moral de um outro tempo que, afinal, não está ainda tão afastado de nós como pode parecer.”

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