
| A LUTA DE LIBERTAÇÃO CURDA Sábado, 21 de Janeiro, 16hA Casa da Achada recebe o colectivo Rojava Azadî, de Madrid, e Nesrin Usif, uma das representantes internacionais do movimento das mulheres curdas, para falar sobre a luta das mulheres e da Jineoloji [ciência das mulheres] no contexto da luta de libertação curda. Antes, já passaram por Setúbal (18 de Janeiro, no Espaço Maquis) e vão passar por Coimbra (19 de Janeiro, 16h, na República Ninho Dos Matulões) e pelo Porto (20 de Janeiro, 21h, na Gato Vadio). No domingo, às 15h, no Grupo Excursionista e Recreativo Os Amigos do Minho, em Lisboa, acontece a Assembleia de fundação da Plataforma em Solidariedade aos Povos do Curdistão. Deixamos aqui o texto da organização deste ciclo: «Há quase quatro décadas que o movimento curdo começou a reivindicar independência, localmente como forma de resistência às políticas de opressão e colonização do estado turco, mas de forma global, na construção de uma luta contra o imperialismo, de tradição política marxista-leninista. Após uma mudança ideológica, o que está a ser proposto é um modelo de reconstrução de todo o sistema social, político e económico que reforça os valores de horizontalidade na administração de uma sociedade: a igualdade de género, a democracia directa e a convivência inter-étnica e religiosa, ganhando desde aí o carácter de Revolução Transnacional. A luta é, em Rojava, entre e para todos os povos. O apelo é contra o sistema capitalista. Esta concepção hoje em dia concretiza-se sob o modelo de confederalismo democrático fundado pelos povos Curdos, Árabes, Assírios, Caldeus, Arameus, Turcomanos, Arménios e Chechenos, em três cantões em Rojava – Norte da Síria. Propõem um modelo baseado na ecologia, na luta das mulheres e no confederalismo como organização social constituída por comunas, assembleias municipais e regionais articuladas com cooperativas, academias e outras estruturas de auto-gestão democrática. Numa época em que o modelo de Estado(-nação), o capitalismo e várias estruturas coercivas, como o colonialismo ou o patriarcado, estão a ser desafiadas pelas lutas indígenas, de camponeses e movimentos sociais, mostra-se urgente divulgar o modelo que no Curdistão está agora a ser posto em prática, como uma maneira alternativa de pensar um futuro em que várias lutas possam juntar-se para fortalecer a diversidade das lutas sociais. Também queremos convidar todos e todas a se juntarem a nós nesta iniciativa de construção da Plataforma de Solidariedade com os Povos do Curdistão. Esta organização visa dar visibilidade e fornecer solidariedade prática à luta dos povos do Curdistão, construindo assim um corredor de solidariedade que dê suporte para os intentos revolucionários que vêm sendo realizados na região. Convidamo-vos, seguindo o exemplo que a Revolução de Rojava nos tem demonstrado, a participarem connosco no início de um projecto que pretende fazer chegar informação sobre o decorrer deste novo modelo socio-político. Vários comités de solidariedade têm sido fundados em vários países europeus e queremos, também em Portugal, mostrar a nossa acção de apoio e solidariedade a todos os Curdos/as no mundo, mostrar que desejamos abolir as fronteiras culturais, étnicas, religiosas e de género.» |
OFICINA: PORTUÑOL NO ES IDIOMA Domingo, 22 de Janeiro, 15h30Já algum alguma vez ouviu um espanhol dizer «no te entiendo» e ficou a pensar que nuestros hermanos não fazem esforço nenhum para nos entender e menos ainda para falar a nossa língua? E alguma vez alguém lhe explicou o porquê deste fenómeno? Temos todo o gosto em desmontar este e outros mitos responsáveis pelos maus ventos e piores casamentos que nos vêm do lado de lá da fronteira! Vem conhecer os erros mais comuns cometidos pelos portugueses que também pensam que falam Espanhol porque abrem as vogais e falam mais alto quando falam estrangeiro. Oficina orientada por Ana Rita Laureano. Para todos a partir dos 16 anos. Número máximo de participantes: 10. |
CICLO «A PALETA E O MUNDO» Segunda-feira, 23 de Janeiro, 18h30Continua a leitura comentada, com projecção de imagens, de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio. Vamos na 4ª parte, «Durante as grandes tempestades». João Pequenoão inicia a leitura do 8.º capítulo, «Recusa e intervenção». CINEMA: «REVOLTAS Projectamos os filmes L’ambassade (1973, 20’) de Chris Marker e A terra prometida (1973, 80’) de Miguel Littin, sobre o governo de Salvador Allende e o golpe de Estado de Pinochet no Chile, apresentados por Pedro Soares. A entrada é livre, todos os filmes em língua estrangeira são legendados, há sempre uma apresentação e espaço para uma conversa. |
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NO HORÁRIO DE ABERTURA, PODEM VISITAR A EXPOSIÇÃO E BIBLIOTECA DA CASA DA ACHADA:
EM QUALQUER DIA, COM MARCAÇÃO, É POSSÍVEL CONSULTAR:
EXPOSIÇÕES DE MÁRIO DIONÍSIO FORA DA CASA DA ACHADA:
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